O dono de uma barraca de lanches do Centro da Capital, Renato
Espíndola, disse estar com dificuldade para conseguir o produto para
comercializar. "A água está ficando escassa para comprar, por isso
muitos vendedores estão aumentando o preço", afirmou Espíndola, que
dobrou a venda nos últimos dias.
Segundo Greff, o esperado era um aumento de 20% neste mês, mas o calor e
a falta de água fizeram superar as expectativas. "Para que as
distribuidoras consigam equilibrar a entrega, é preciso que a demanda
estabilize, e isso só será possível com a diminuição da temperatura",
pontua. Em dezembro, o aumento de 15% ficou dentro do esperado. A
capacidade para produção de água é suficiente, já que no Rio Grande do
Sul existem 23 indústrias.
* Correio do Povo
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