Mostrando postagens com marcador Rádio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rádio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de abril de 2014

MC Gui compra BMW e planeja viagem para a Disney: "mas ainda não estou rico não"

Dono do funk "O Bonde Passou", de 15 anos, posa para as lentes do iG e fala sobre música, namoro, dinheiro e as tão amadas fãs, conhecidas como "guináticas". "Eu tenho várias paqueras, não fico com ninguém sério. Mas já tenho uma no pente"

Guilherme Kaue Castanheira Alves é como qualquer outro garoto de 15 anos. Está no primeiro ano do Ensino Médio, tem um violão e adora jogar PlayStation 3. A diferença dele está nos números: 34 milhões de visualizações no YouTube, 2,3 milhões de curtidas no Facebook e sua própria legião de fãs, as Guináticas. MC Gui é o mais novo -- também em idade -- fenômeno da música. Com o hit “O Bonde Passou”, o paulistano alcançou um status invejável para muito marmanjo e hoje é referência do chamado funk ostentação.
MC Gui tem 15 anos e mora no Jardim Imperador, na zona leste de São Paulo
Através da música, ganhou tanto dinheiro que já é o responsável pelo sustento de “muitas famílias”, como ele mesmo pontua. “Acho muito bom ter a chance de sustentar uma família, que é uma coisa muito difícil. Muita gente tem uns 30 anos de idade e não consegue sustentar sua família”, conta o cantor ao iG em seu estúdio no Belezinho, ZL de São Paulo. 

Com o dinheiro que ganhou fazendo uma média de 60 shows por mês, aliás, já comprou um carro para os pais, um para o irmão e ainda uma BMW para ele, mesmo sem poder dirigir.

Morador do Jardim Imperador, também na zona leste, o músico sempre teve o funk correndo em suas veias. “Tem muita gente que começa em gospel, sertanejo. Eu comecei no funk mesmo”, deixa claro. Aos 10 anos, Gui teve a primeira chance de soltar suas rimas ao cantar com ninguém menos que Mr. Catra. “Foi o Mr. Catra que me deu a chance de subir no palco e assim tudo começou”, lembra o funkeiro.

Com o sucesso, MC Gui não ganhou só fama e dinheiro, mas também milhares de fãs alucinadas. Desde que o funkeirou estourou, as Guináticas começaram a tomar conta das redes sociais. Só no Facebook, o maior grupo grupo de admiradoras do cantor já tem mais de 8 mil membros, sem contar outros muitos grupos menores.

A admiração não fica só na internet. “Outro dia eu fui na casa do Gui à 1h da manhã e tinham 60 garotas na porta da casa dele”, conta o produtor do DVD do funkeiro, que será gravado no próximo dia 13, no Citibank Hall. Em cima de sua mesa no escritório, Gui guardava pelo menos 10 cartas que tinham chegado só no dia do encontro com a reportagem. “Eu devo ter uns 3 mil ursinhos e muitos quilômetros de carta. Acho que dá pra ir até a praia”, brinca.

Com apenas 15 anos (e uma conta bancária que ele nem arrisca estimar), Gui não esconde que o funk mudou sua vida. “Mudou tudo. Tinha gente da minha família que não ligava para mim depois que me viu na televisão falou ‘é meu sobrinho.’ Hoje fala né, porque hoje eu sou o MC Gui. Mas será que se eu tivesse passando por outra coisa eles iam falar que eu era sobrinho? Acho que não”, diz.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Justin Bieber é banido de rádio canadense e marca o mantém como garoto propaganda

A The New Hot 89.9 está se recusando a tocar músicas do cantor enquanto ele não procurar ajuda média; outras marcas ligadas a ele não se manifestaram

(Divulgação) O cantor Justin Bieber foi preso em Miami na última semana após dirigir sobre o efeito de drogas e álcool, e em uma declaração pública, a família afirmou que já tentou encaminhá-lo à uma reabilitação, mas o jovem tem se recusado.

Preocupados com a saúde e com as atitudes de Bieber, a rádio canadense The New Hot 89.9 tomou uma atitude surpreendente e afirmou ao público que não tocariam mais músicas do cantor até que ele passasse por tratamentos:

- Situções absurdas exigem medidas absurdas! A partir de agora, nós estamos banindo todas as músicas de Justin Bieber na The New Hot 89.9! A medida não será revogada até que Justin receba a ajuda que ele claramente precisa, escreveu a rádio em sua página oficial.

Por outro lado, de acordo com o TMZ, outras marcas ligadas ao artista não apresentaram nenhuma declaração de repúdio, e a Adidas chegou a enviar um comunicado oficial ao site sobre a posição tomada.

- Nada mudou em nossa relação com o senhor Bieber.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Dilma assina decreto que autoriza migração de rádios AM para FM


No Dia do Radialista, comemorado nesta quinta-feira (7), a presidente Dilma Rousseff assinou no final desta manhã o decreto que autoriza a migração das emissoras de rádio que operam na faixa AM para a faixa FM. A mudança atende a uma solicitação antiga de radiodifusores e radialistas, que esperam melhoria na qualidade de transmissão. Com isso, a expectativa é a de melhores índices de audiência.
 
Determinadas emissoras de faixa AM eram prejudicadas não só por causa da interferência no sinal de transmissão, mas também porque não podem ser sintonizadas por dispositivos móveis, como celulares, ou aparelhos mais modernos. 
 
As emissoras terão prazo máximo de um ano para solicitar a mudança da frequência de AM para FM. Depois da autorização do Ministério das Comunicações, as empresas poderão continuar operando nas duas faixas por um período de cinco anos, até a migração definitiva. 
 
Hoje, 1.772 emissoras operam na faixa AM no país, divididas em alcance local, regional e nacional. Elas terão alguns custos para fazer a alteração, como a diferença no valor de outorga e com os equipamentos de transmissão. No entanto, conforme o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o processo de licença será simplificado, e as empresas interessadas podem buscar financiamento para comprar os transmissores.
 
 
Fonte: Central de Jornalismo da Difusora, com informações do blog do Planalto

sábado, 7 de setembro de 2013

Dilma: Mais Médicos não é decisão contra profissionais brasileiros

A presidente Dilma Roussseff, reforçou nesta sexta (6) a importância da vinda de médicos estrangeiros ao Brasil. Durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, Dilma disse que trazer médicos de outros países para atender em locais onde há carências na saúde é uma medida “a favor da saúde”. “A vinda de médicos estrangeiros, que estão ocupando apenas as vagas que não interessam e não são preenchidas por brasileiros, não é uma decisão contra os médicos nacionais”, defendeu.

A presidente declarou que o país tem feito investimentos na estrutura da saúde e que pretende liberar mais recursos para hospitais e equipamentos. “A falta de médicos é a queixa mais forte da população pobre. Muita morte pode ser evitada, muita dor, diminuída, e muita fila reduzida nos hospitais apenas com a presença atenta e dedicada de um médico em um posto de saúde”, disse.
 
De acordo com Dilma, o “Pacto da Saúde vai produzir resultados rápidos e efetivos”. A presidenta frisou que o Programa Mais Médicos “está se tornando realidade” e disse que os brasileiros vão sentir, a cada dia, “os benefícios e entender melhor o grande significado deste programa”. A presidenta disse que o Brasil “ainda tem uma grande dívida com a saúde pública e essa dívida tem que ser resgatada o mais rápido possível”.
 
Além de defender o crescimento da economia brasileira, o pronunciamento também relembrou os cinco pactos nacionais anunciados por Dilma anteriormente. “Estamos aprofundando os cinco pactos para acelerar melhorias na saúde, na educação e no transporte e para aperfeiçoar a nossa política e a nossa economia”, explicou. Os pactos para melhorias no transporte público, na estabilidade fiscal e na educação foram lembrados pela presidenta. Sobre a reforma política, a presidenta celebrou a “proposta de decreto legislativo para o plebiscito”.
 
Quanto à educação, reforçou a importância da destinação de 75% dos royalties do petróleo e de 50% do Fundo Social. “Esse será um dos maiores legados do nosso governo às gerações presentes e futuras e vai trazer benefícios permanentes à população brasileira por um período mínimo de 50 anos”.
 
O discurso, veiculado na véspera de 7 de Setembro, começou às 20h30 desta sexta e durou cerca de dez minutos. No mês de junho, em meio às manifestações populares que levaram milhares de brasileiros às ruas de centenas de cidades, a presidenta fez um pronunciamento em que prometia “trazer de imediato milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do SUS”. Aprimorar a saúde pública foi um dos pontos do pacto firmado por Dilma em prol da melhoria dos serviços públicos, uma das principais reivindicações dos protestos. Três semanas depois, o governo lançava, por meio de medida provisória, o Mais Médicos.
 
A Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, é debatida pelos deputados. Na última quarta-feira (4), foi instalada a comissão geral na Câmara dos Deputados para apreciar o tema. Na sessão de instalação, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que os médicos estão mal distribuídos no território nacional, faltam especialistas e há poucas vagas nas escolas de medicina. “O jovem que entra na faculdade de medicina hoje é filho da realidade urbana que estudou em escola particular. Ou trazemos ao jovem do interior, ao jovem indígena, a oportunidade de ser médico ou não vamos resolver o problema”, disse.
 
A prática de celebrar o Dia da Independência com um pronunciamento à nação é comum entre os presidentes brasileiros. No ano passado, Dilma anunciou a redução dos preços da energia elétrica para residências e indústrias.
Fonte: Agência Brasil

sábado, 22 de junho de 2013

Dilma promete discutir pacto para melhorar serviços públicos

A presidenta Dilma Rousseff prometeu chamar os governadores e prefeitos das principais cidades do país e os líderes das manifestações populares para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos.

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, Dilma anunciou que as ações do governo terão três focos.

O primeiro será a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que privilegie o transporte coletivo. O segundo é a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação, proposta que está em discussão no Congresso. Para melhorar a saúde, Dilma prometeu trazer mais médicos do exterior para ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a presidenta, o vigor das manifestações pode ser aproveitado para que sejam tomadas medidas que beneficiem a população e já começaram a produzir resultados, como a redução das tarifas de ônibus em diversas cidades brasileiras.

“As manifestações desta semana trouxeram importantes lições. As tarifas baixaram e as pautas dos manifestantes ganharam prioridade nacional. Temos que aproveitar o vigor das manifestações para produzir mais mudanças que beneficiem o conjunto da população brasileira”, declarou.

A presidenta citou a trajetória de defesa da democracia durante a ditadura como motivo para levar as reivindicações em consideração. “A minha geração lutou muito para que a voz das ruas fosse ouvida. Muitos foram perseguidos, torturados e morreram por isso. A voz das ruas precisa ser ouvida e respeitada e não pode ser confundida com o barulho e a truculência de alguns arruaceiros”.

Dilma disse ainda que não deixará de combater a corrupção. “Sou a presidenta de todos os brasileiros. Dos que se manifestam e dos que não se manifestam. A mensagem direta das ruas é pacífica e democrática. Ela reivindica um combate sistemático à corrupção e ao desvio de dinheiro público. Todos me conhecem. Disso eu não abro mão”

A presidenta prometeu ainda conversar, nos próximos dias, com os chefes dos outros poderes, governadores e os prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos. Ela anunciou ainda que pretende receber os líderes das manifestações pacíficas, representantes de organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores e das associações populares.

A mensagem foi ao ar em cadeia nacional de rádio e TV. Dilma passou o dia discutindo os protestos e manifestações que ocorrem no país e que ontem, 20, reuniram  quase 2 milhões de pessoas em 438 cidades. De manhã, a presidenta se reuniu com ministros, entre eles o da Justiça, José Eduardo Cardozo. Também recebeu o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno.

A onda de manifestações pelo país começou em São Paulo, reivindicando a revogação do reajuste da tarifa de ônibus de R$3 para R$3,20. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital, Fernando Haddad, voltaram atrás no reajuste, mas os protestos continuaram e se ampliaram pelo país.

Entre as causas defendidas pelos manifestantes estão o fim da impunidade, da corrupção e a crítica aos gastos públicos com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Também são contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público.

                                                                                                                                   Fonte: Agência Brasil