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quarta-feira, 26 de março de 2014

Fepam autua empresa por vazamento de cianeto

A empresa Polibrilho, de Bento Gonçalves, foi autuada pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) por causar poluição decorrente de vazamento de produtos químicos. O valor do Auto de Infração, que foi entregue na sexta-feira, dia 21, é de R$ 261.538,00. Além disso, estão suspensas atividades da empresa (polimento, fosfatização, pintura e galvanização) até que a situação seja regularizada, sob pena de multa dobrada.

Segundo a Fepam, a empresa não adotou medidas de precaução solicitadas pelo órgão ambiental para a realização de galvanização. A autuação será notificada à Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, ao Ministério Público, Delegacia de Meio Ambiente da Polícia Civil e Comando Ambiental da Brigada Militar. A empresa tem prazo de 20 dias para apresentar defesa a contar da data de recebimento do Auto de Infração.

 Relembre

Um vazamento de cianeto foi registrado na manhã da segunda-feira, dia 24 de fevereiro, em uma empresa de pintura e cromagem localizada na rua Celeste Magagnin, bairro Vila Nova.  Conforme comunicado à FEPAM o deslizamento de parte de uma obra realizada pela empresa vizinha (Concresul Ltda) atingindo tanques com produtos químicos (entre ele o cianeto que pode gerar gases tóxicos). Os produtos acabaram vazando, pois não havia bacia de contenção. Pelo menos 15 mil litros do produto vazaram e atingiram parte da rede pluvial e cloacal, mas sem comprometer a rede de abastecimento de água, mas causando mal estar em diversas pessoas da comunidade que necessitaram de atendimento médico.

sábado, 22 de março de 2014

Empresa que vazou produtos químicos no Vila Nova em Bento é autuada

A FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) autuou a empresa de pinturas e cromagem localizada no bairro Vila Nova, em Bento Gonçalves, por causar poluição decorrente de vazamento de produtos químicos, utilizados no processo de galvanização, devido à não adoção das medidas de precaução solicitadas pelo órgão ambiental.
 
O valor do Auto de Infração (entregue nesta sexta-feira 21/03/14) é de R$ 261.538,00. Além disso, estão suspensas atividades da empresa (polimento, fosfatização, pintura e galvanização) até a regularização ambiental e atendimento às exigências do Auto de Infração, sob pena de multa dobrada.
 
A autuação será notificada à Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, ao Ministério Público, Delegacia de Meio Ambiente da Polícia Civil e Comando Ambiental da Brigada Militar.
 
Entenda o caso
 
Em 24/02/14 o Serviço de Emergência Ambiental da FEPAM foi acionado pelo Batalhão Ambiental sobre um acidente com produtos químicos na empresa de Bento Gonçalves. Conforme comunicado à FEPAM o deslizamento de parte de uma obra realizada pela empresa vizinha (Concresul Ltda) atingindo tanques com produtos químicos (entre ele o cianeto que pode geral gases tóxicos),os quais acabaram vazando, pois não havia bacia de contenção. Pelo menos 15 mil litros do produto vazaram e atingiram parte da rede pluvial e cloacal, mas sem comprometer a rede de abastecimento de água, mas causando mal estar em diversas pessoas da comunidade que necessitaram de atendimento médico.
 
A empresa operava irregularmente já que  a renovação da Licença de Operação foi indeferida por não atendimento do Auto de Infração nº 565/2011 e por falta de condições ambientalmente adequadas para execução das atividades industriais propostas (resíduos armazenados de forma inadequada e  grande acúmulo de lodo da Estação de Tratamento de Efluentes, além de lançamento de resíduos e efluentes líquidos sobre o solo sem tratamento) conforme  vistorias realizadas  em 09/11/12 e 05/07/13, quando foi verificado o não cumprimento do Auto de Infração anterior.  
 
A empresa tem prazo de 20 dias para apresentar defesa a contar da data de recebimento do Auto de Infração.
 
Fonte: Central de Jornalismo da Difusora com informações da Assessoria de Fepam
Foto: Arquivo/Rádio Difusora

terça-feira, 18 de março de 2014

Consumidores desconhecem nova resolução

Consumidores desconhecem nova resoluçãoUma rápida pesquisa feita pela reportagem do SERRANOSSA confirmou que a maior parte dos postos de combustíveis de Bento Gonçalves já dispõe do novo recipiente autorizado para transporte de etanol, gasolina e diesel. O que deverá dificultar a comercialização são os valores dos novos galões, que podem variar de R$ 10 a R$ 30 para embalagens com capacidade de 5 a 10 litros. A venda de combustíveis em recipientes como garrafas pet e embalagens improvisadas é proibida em postos de todo o país, mas poucos consumidores conhecem a norma de segurança publicada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) no final de 2013.

Conforme a resolução da ANP, a venda de combustíveis fora do tanque do veículo só será permitida em recipientes de acordo com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Resolução 41, de 5 de novembro de 2013, determina que o abastecimento só pode ser feito em galões que atendam às especificações exigidas na NBR15594-1 da ABNT. De acordo com a norma, eles devem ser certificados e fabricados para este fim, permitindo o escoamento da eletricidade estática gerada durante o abastecimento em embalagens metálicas. Além dessas e de outras especificações, há procedimentos especiais que devem ser seguidos.

Os postos que vendem combustível em embalagens fora das especificações estão sujeitos à multa de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. Não há punição para o consumidor que comprar combustível em sacos ou garrafas plásticas.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo da Serra Gaúcha (Sindipetro), Paulo Tonolli, os postos estão orientados a seguir a norma, mesmo com a insistência do consumidor. “Orientamos sempre que todos os associados cumpram as leis vigentes. Neste caso não é diferente. Não é recomendado o ‘jeitinho’. O não cumprimento da lei, obviamente, é passível de uma multa alta. Os consumidores têm de entender que a determinação não foi criada pelo empresário. Ele é obrigado a cumpri-la”, diz.

Para Tonolli, alguns postos ainda estão adquirindo o produto e pode levar algum tempo para que todos os estabelecimentos disponham do recipiente adequado. “Infelizmente ele (varejista) é quem precisará procurar empresas fabricantes. Como o custo deste recipiente é alto, parte dos postos não tem essa embalagem. O Sindipetro está tentando uma parceria com algumas indústrias para atender à demanda, mas não dá para garantir que todos os postos terão este tipo de recipiente para venda em um primeiro momento”, afirma.

Descontentamento

Em conversa informal com gerentes de diversos postos de combustíveis de Bento Gonçalves, o descontentamento com a nova resolução é comum à maioria. A principal queixa é quanto ao custo dos novos recipientes. Segundo eles, o valor desproporcional ao benefício faz com que muitos não cumpram as regras. “Um dos problemas é quanto à fiscalização. Quem vai fiscalizar a utilização desse novo material?”, questionou a gerente de um posto de combustíveis localizado no bairro Borgo. 

Outra queixa comum é em função da proibição da reutilização do material. Os gerentes reclamaram que consta nas embalagens a inscrição “Proibida a reutilização”. A assessoria de imprensa do Sindipetro Serra esclarece que não há especificação na norma. O que fica especificado é a não permissão da reutilização do material para outros fins que não o transporte de combustíveis. 

Reciclagem

Os gerentes lembram outro ponto importante: a reciclagem dos galões. Até o momento, não há uma orientação sobre quem deve reciclar esse material – hoje embalagens de óleos lubrificantes, por exemplo, são devolvidas aos fabricantes pelos postos. Segundo a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), o regramento sobre as embalagens de transporte tendem a ser as mesmas, mas ainda não há regra específica sobre a questão, que deve ser colocada em pauta e discutida pelas entidades ambientais do Estado.

Em nota, a Fepam esclarece que a questão legal envolvendo o uso de recipientes para resíduos considerados perigosos está normatizada na Lei dos Resíduos Sólidos do Rio Grande do Sul. O decreto-lei 38.356, de 1º abril de 1998, estabelece que os recipientes, embalagens, contêineres, invólucros e assemelhados destinados ao acondicionamento dos produtos listados na Portaria 420 de 2004 da ANTT e aqueles enquadráveis como resíduo perigoso de acordo com a NBR 10004 da ABNT deverão ser obrigatoriamente devolvidos ao fornecedor. 

Por outro lado, um dos conceitos introduzidos na legislação ambiental pela Política Nacional de Resíduos Sólidos e regulamentado pelo decreto 7.404/2010, prevê a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a chamada logística reversa. Nesse sentido, a destinação correta destes galões implica em acordos setoriais, como os que existem hoje em relação às embalagens de óleos lubrificantes e de agrotóxicos, e que apresentam uma boa resposta no RS.

Novela repetida?

Em abril de 1999, o então presidente em exercício Marco Maciel sancionou lei aprovada pelo Congresso que acabava com a obrigatoriedade do kit de primeiros socorros nos automóveis. A regra durou apenas quatro meses. Pela norma, todos os carros eram obrigados a carregar o kit. A obrigatoriedade foi contestada pelo então ministro da Justiça, Renan Calheiros. O texto aprovado pela Câmara era de autoria do deputado Padre Roque (PT-PR), que o considerava “inútil, caro e perigoso”. Quando sugeriu o fim do uso do estojo, o deputado lembrou o objetivo do kit era dotar os motoristas do mínimo necessário para socorrer eventuais vítimas de acidentes. Mas, em sua avaliação, os itens que integravam o kit não serviam para atender ao objetivo da lei. A multa para quem fosse flagrado sem o kit, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), era de R$ 117. O motorista ainda perdia cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

quarta-feira, 12 de março de 2014

Fepam está em fase final da limpeza do solo no Vila Nova em Bento

Falta pouco para a Fepam concluir a limpeza do solo na rua Celeste Magagnin, onde ocorreu o vazamento de produtos químicos de uma empresa de pinturas e cromagem, no bairro Vila Nova, no dia 24 de fevereiro. De acordo com a bióloga do setor de Serviço de Emergência Ambiental do órgão, Cleonice Kazmirczak, o recolhimento dos resíduos químicos da área atingida está praticamente concluída e a contaminação estaria praticamente contornada.
 
Agora, segundo ela, as atividades estariam concentradas na reconstrução do talude que desmoronou para fazer a contenção e evitar novos desmoronamentos.
 
A técnica afirma, ainda, que a desmobilização da empresa também já está em etapa avançada, sendo retirados os tanques que estavam avariados para posterior reconstrução do pavilhão.
 
Para a bióloga, o risco de contaminação de pessoas pelos produtos que vazaram é pequeno, uma vez que houve a retirada do solo que foi atingido. Entretanto, ela não descarta a contaminação de lençóis freáticos, já que parte dos químicos atingiram a rede de esgotos. “Agora vamos começar a trabalhar em análises em poços num raio de 200 metros da área atingida”, disse Cleonice.
 
Entretanto, apesar do risco ser mínimo, ela alerta que os moradores da região atingida não devem consumir água de poços artesianos.
 
Quanto às penalidades para as empresas envolvidas, Cleonice destaca que o município deverá acionar a construtora que causou o acidente, pois a obra que estava sendo realizada e que resultou na queda do muro foi licenciada e liberada pelo município. Já quanto a empresa de cromagem, a Fepam deverá determinar a punição por ela estar operando sem licença e fora das normas exigidas para a função que desempenhava.
 
Fonte: Tomaz Graciliano
Foto: Antônio Sérgio

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Vazamento de cianeto pode chegar a 22 mil litros

O volume de cianeto de sódio líquido que vazou do tanque de uma empresa de pintura e cromagem localizada no bairro Vila Nova pode chegar a 22 mil litros. A informação foi repassada pelo sargento Lima, do Pelotão Ambiental da Brigada Militar. A perfuração foi provocada por um bloco de concreto que se desprendeu de uma obra que está sendo feita por outra empresa nas proximidades. O vazamento atingiu as ruas Celeste Magagnin e Aurélio Peruffo.

Vazamento de cianeto pode chegar a 22 mil litrosDe acordo com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), a parte do muro que se deslocou caiu sobre a área de galvanoplastia (tratamento de metais). Com os tanques atingidos, parte vazou para o piso, gerou gás cianídrico e escorreu para os tanques da Estação de Tratamento (ETE) que estavam cheios. Da Estação de Tratamento escorreu para fora da empresa a atingiu três quadras do loteamento do entorno pelas ruas e bueiros.

Segundo o Hospital Tacchini, duas pessoas deram entrada após inalarem o gás tóxico, mas passam bem. As equipes de socorro orientam que moradores dos arredores ou pessoas que transitaram pela região após o incidente procurem atendimento médico imediatamente em caso de sintomas como garganta seca, tontura ou náusea.

A Corsan garante que toda a estrutura de abastecimento é canalizada, o que fez com que o líquido tóxico não entrasse em contato com a bacia de captação do Barracão, mesmo tendo escorrido por um bueiro. Uma empresa especializada foi contratada para limpar a área atingida pelo cianeto e deve encaminhar o material recolhido para Chapecó (SC) para o descarte correto.

Por se tratar de um produto altamente tóxico, casas e estabelecimentos comerciais que ficam a um raio de 50 metros foram evacuados durante a manhã de segunda-feira, dia 24. A fiscalização ambiental da prefeitura, o Comando Ambiental da Brigada Militar, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estiveram no local, assim como técnicos da Fepam. 

Cianeto vaza em empresa no Vila Nova

Cianeto vaza em empresa no Vila NovaUm vazamento de cianeto foi registrado por volta das 9h30 desta segunda-feira, dia 24, em uma empresa de pintura e cromagem localizada na rua Celeste Magagnin, bairro Vila Nova. Uma pedra teria rolado de um barranco e perfurado um tanque de cianeto de sódio líquido. O líquido escorreu por cerca de 50 metros na rua Aurélio Peruffo e desceu por um bueiro.

Segundo informações preliminares, ninguém teve contato com a substância, embora duas pessoas tenham sido encaminhadas para atendimento médico, uma em virtude de uma crise de hipertensão e outra por sentir fortes dores no peito. Por se tratar de um produto altamente tóxico, casas e estabelecimentos comerciais que ficam a um raio de 50 metros foram evacuados. 

A fiscalização ambiental da prefeitura, o Comando Ambiental da Brigada Militar, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estão no local, e aguardam a chegada de técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Boate Kiss: tragédia é apurada em processo com mais de 11 mil páginas

Na próxima segunda-feira (27/01) completa-se um ano do incêndio trágico na boate Kiss, em Santa Maria. Naquela madrugada, a danceteria sediava uma festa universitária quando o fogo tomou conta das dependências do estabelecimento, causando a morte de 242 pessoas e deixando mais de 600 feridas. No Judiciário Gaúcho, há mais de um processo apurando o caso. O principal deles, com mais de 11 mil páginas, tramita na 1ª Vara Criminal da Comarca de Santa Maria e é conduzido pelo Juiz de Direito Ulysses Fonseca Louzada.
 
Nele respondem quatro acusados de homicídio tentado e consumado - que são os sócios da Kiss, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, e os músicos da Banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão. A banda se apresentava no palco da boate no momento em que o fogo começou. A suspeita é a de que o artefato pirotécnico utilizado pelo grupo tenha entrado em contato com a espuma do teto do local e sido a causa do fogo.
 
Os réus tiveram a prisão temporária decretada em 31 de janeiro de 2013 e a preventiva em 01 de março do ano passado. No dia 29 de maio, a 1ª Câmara Criminal do TJRS revogou a prisão e os quatro passaram a responder à Justiça em liberdade.
 
Andamento
 
O processo está em fase de instrução (produção de provas e oitiva de testemunhas). Até o momento, foram realizadas 24 audiências e ouvidos 92 sobreviventes. A defesa de um dos réus solicitou a inquirição de mais 25 vítimas, o que ainda deverá ocorrer.
 
Depois disso, o magistrado passará a ouvir outras pessoas, como testemunhas e peritos.  Para tanto, são marcadas novas audiências.
 
Alguns depoentes residem fora da Comarca de Santa Maria, sendo expedidas, neste caso, as cartas precatórias. 
 
Cisão
 
Em 03 de junho também do último ano, o processo criminal foi dividido. Os réus Elton Cristiano Uroda e Volmir Astor Panzer respondem pelo crime de falso testemunho em outra ação judicial (2130006199-2). O mesmo acontece com Gerson da Rosa Pereira e Renan Severo Berleze, acusados de cometer fraude processual (2130006197-6). Todos tramitam na 1ª Vara Criminal de Santa Maria e encontram-se em fase de instrução. Renan aceitou a suspensão condicional do processo e deverá cumprir uma série de condições propostas pelo MP. Caso descumpra as determinações durante o andamento processual, ele voltará a configurar como réu.
 
Coleta de amostras
 
O Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP/RS) deverá realizar uma coleta de amostras no interior do prédio onde funcionava a boate Kiss. A inspeção ainda não tem data marcada e deverá acontecer somente após o retorno do Juiz titular do processo, que está de férias. A pedido da defesa de um dos réus, o Juízo de Santa Maria permitiu o acesso de uma pessoa e de um assistente técnico, representando cada uma das partes, durante a diligência do IGP/RS.
 
Limpeza do local
 
O Juiz Ulysses Louzada avalia o pedido de reconstituição do fato no local (reprodução simulada) e determinou a limpeza/descontaminação do prédio.  Através de acordo com a Promotoria Especializada do Meio Ambiente e com a FEPAM, a empresa proprietária do imóvel (Eccon Empreendimentos) assumiu a tarefa, que já está sendo realizada.
 
Arquivados
 
Em julho (18/07/13), a 4ª Câmara Criminal do TJRS acolheu o pedido do MP e determinou o arquivamento de expediente que investigava a responsabilidade do Prefeito de Santa Maria Cezar Augusto Schirmer no caso.
 
Já no final do ano (02/12/13), os Desembargadores do Órgão Especial do TJRS votaram pelo arquivamento da Notícia-Crime formulada pela defesa de Elissandro Callegaro Spohr contra o Promotor de Justiça Cível da Comarca de Santa Maria Ricardo Lozza. Spohr alegou que houve omissão por parte do Ministério Público, do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura Municipal, o que contribuiu para a tragédia.
 
Ação coletiva
 
A Defensoria Pública do Estado e a Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) ajuizaram Ação Coletiva indenizatória contra os sócios da boate, Município de Santa Maria, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e outros. Este processo está aguardando a citação de todos os réus e é conduzido pela Juíza de Direito Eloisa Helena Hernandez de Hernandez na 1ª Vara Cível da Comarca.
 
Fonte: TJ-RS

sábado, 18 de janeiro de 2014

Cai para 10 o número de pontos impróprios para banho no RS

Caiu pela metade o número de pontos impróprios para banho no Rio Grande do Sul. Segundo o relatório de balneabilidade divulgado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) nesta sexta-feira, 10 locais não apresentam condições adequadas nas cinco regiões monitoradas. Na última semana, 20 trechos estavam com problemas.
 
Apesar da redução em números gerais, o número de pontos impróprios aumentou no Litoral Norte do Estado. Na semana passada, cinco locais não apresentavam condições. O relatório divulgado nesta sexta aponta seis pontos inadequados para banho na região.
 
Confira os trechos:

Litoral Norte

• Pontos da Foz do Rio Mampituba
• Foz de Arroio do Sal
• Praia de Atlântida em frente à Saba
• Praia de Atlêntida no ponto próximo à rua Rio Tainhas
• Guarita 87 em Xangri-lá
• Balneário da Prainha, na Lagoa do Peixoto, em Osório.
Na Região Hidrográfica do Uruguai
• Rio Ibicuí no camping Rainha do Sol, em Manoel Viana

Região Hidrográfica do Guaíba

• Pontos Sans Souci, em Eldorado do Sul
• Praias da Alegria e Florida, em Guaíba
• Praia Recanto das Mulatas, em Barra do Ribeiro
 
* Correio do Povo

sábado, 28 de dezembro de 2013

Sobe para sete número de pontos impróprios para banho no RS

A praia Recanto das Mulatas, em Barra do Ribeiro foi considerada imprópria para banho. (Foto: Divulgação)Entre os 85 pontos de banho monitorados no Rio Grande do Sul, sete estão poluídos e sem condições de uso, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira,27. No fim da semana passada, eram cinco pontos impróprios. O levantamento foi realizado pela Fepam, que semanalmente monitora os locais.
 
Na região Sul, a Praia da Barrinha, em São Lourenço do Sul, está poluída. Na Região Metropolitana, há três pontos impróprios: as praias da Alegria e da Florida, em Guaíba, e a praia de Sans-Souci, em Eldorado do Sul. No litoral Norte, a foz do Rio Mampituba, em Torres, segue sem condições de balneabilidade. As demais praias estão liberadas, conforme o órgão ambiental.
 
Nesta semana, foram acrescentadas ao rol de impróprias para o banho a praia Recanto das Mulatas, em Barra do Ribeiro, e a praia do Bacopari, em Mostardas. Conforme a diretoria-técnica da Fepam, alguns pontos somente serão próprios quando houver melhorias em infraestrutura de saneamento básico. "Outros locais poderão ser contaminados por dejetos e coliformes fecais nos próximos dias, já que cresce o número de turistas. Porém, a previsão de chuvas pode colaborar para a dispersão dos agentes poluidores", destacou o diretor, Rafael Volkind.