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domingo, 26 de outubro de 2014

Dilma é reeleita presidente e amplia para 16 anos ciclo do PT no governo

A presidente Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio Neves (PSDB) na disputa em segundo turno e foi reeleita neste domingo (26) para um novo mandato como presidente da República (2015-2018). O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h30, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada. Até a última atualização desta reportagem, a petista tinha 53.317.776 votos (51,45%) e o tucano, 50.310.129 votos (48,55%).

Com a vitória, Dilma completará um período de 16 anos do PT no comando do governo federal, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002). Desde antes da reeleição de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.

A presidente se reelegeu na disputa considerada a mais acirrada desde a redemocratização. No início da campanha, a petista manteve-se na dianteira nas pesquisas de intenção de voto, mas depois chegou a ter a liderança ameaçada por Marina Silva (PSB), derrotada no primeiro turno, e Aécio, que chegou a aparecer numericamente à frente dela no segundo turno.

terça-feira, 24 de junho de 2014

PTB rompe com o governo e decide apoiar Aécio Neves

O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) anunciou na noite deste sábado o rompimento com o governo da presidente Dilma e que irá apoiar o senador Aécio Neves (PSDB) na eleição presidencial. O presidente nacional do partido, Benito Gama, divulgou uma nota onde diz que a decisão atende ao "clamor da maioria da bancada federal e de Estados, onde os conflitos locais entre PTB e PT ficaram insustentáveis".
 
Confira a nota do PTB

Hoje, mais uma vez sintonizada com o desejo de mudanças que vem sendo expressado pela ampla maioria do povo brasileiro, o PTB declara seu apoio ao senador Aécio Neves para as eleições presidenciais desse ano. Temos convicção de que Aécio reúne as condições para a retomada do crescimento econômico, seja na garantia da manutenção das conquistas sociais hoje incorporadas à vida nacional.
 
Essa decisão atende o clamor da maioria da bancada federal e de estados, onde os conflitos locais entre PTB e PT ficaram insustentáveis, como, por exemplo, Distrito Federal, Roraima, Piauí e Rio de Janeiro. Os estados ficam liberados para manter os acordos locais e esta decisão será apresentada na Convenção Nacional do PTB no próximo dia 27 de junho, em Salvador. 
 
* Correio do Povo

PSol lança candidatura de Luciana Genro à Presidência

Luciana Genro irá concorrer à presidência pelo PSOL. (Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP)Com um programa de governo que promete levantar as bandeiras por melhoria dos serviços públicos levadas às ruas em grandes manifestações em junho do ano passado, além da descriminalização da maconha e do aborto, o PSol lançou neste domingo a candidatura da ex-deputada Luciana Genro (RS) à Presidência da República. O professor paulista Jorge Paz, do mesmo partido, será candidato a vice.
 
Luciana disse que, se vencer a eleição, sua primeira medida será uma reforma tributária que inverterá toda a lógica dos impostos cobrados atualmente, com desoneração para os trabalhadores e cobrança de taxas dos ricos e das grandes fortunas - nas pesquisas eleitorais, por enquanto o PSol não passou da casa de 1% na preferência dos eleitores. Luciana disse que é a única candidata com coragem para anunciar esse tipo de cobrança porque "os três candidatos do sistema - Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) - vão manter os privilégios dos ricos".
 
A candidata do PSol prometeu ainda que, se eleita, suspenderá o pagamento da dívida pública. Disse que o Equador fez isso, reduziu sua dívida em 75% "e nem por isso o mundo acabou para o país". Ela afirmou que não aceitará doação de empresas para sua campanha. Para Luciana Genro, o Uruguai, que descriminalizou o aborto e legalizou a maconha, deu uma grande lição de percepção da modernidade para o resto do mundo. Ela prometeu seguir o exemplo do país vizinho. "Temos de discutir de forma aberta a questão das drogas. A maconha causa males tanto quanto o álcool e não como as drogas pesadas. Como há uma repressão muito grande aos que buscam o produto para recreação, eles são obrigados a correr atrás de traficantes e isso acaba por prejudicá-los".
 
Quanto ao aborto, a candidata do PSol disse que não pretende defender a prática, mas lutar para que o debate seja feito pela sociedade. "O aborto hoje é uma realidade. As mulheres ricas o fazem sem problema algum; as que não têm dinheiro recorrem a agulhas de crochê e muitas vezes se ferem. Então, que o sistema de saúde público cuide da saúde delas." Luciana prometeu ainda levantar a bandeira do movimento LGBT: "Vamos defender os direitos dos que querem amar, não interessando a forma".
 
Apesar de não ter concorrentes dentro do PSol - o senador Randolfe Rodrigues (AP) desistiu da candidatura -, os nomes mais conhecidos do partido não compareceram à convenção, a exemplo dos deputados Chico Alencar (RJ), Ivan Valente (SP) e Jean Wyllys (RJ). O nome de Luciana Genro foi referendado por 61 integrantes do diretório nacional e 27 representantes de diretórios estaduais do partido, quase todos jovens entre 20 e 30 anos. Luciana é filha do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, do PT.
 
Aos 42 anos, a candidata do PSol é hoje presidente da Fundação Lauro Campos, ligada ao partido. Ela foi deputada estadual no Rio Grande do Sul entre 1995 e 2002 pelo PT. Em 2002, foi eleita deputada federal, também pelo PT. Como se posicionou contrária à reforma da previdência proposta pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra a política econômica comandada pelos ex-ministros Antonio Palocci (Fazenda) e Henrique Meirelles (Banco Central), foi expulsa do PT em 2003.
 
* Correio do Povo

terça-feira, 17 de junho de 2014

Aécio Neves é confirmado pelo PSDB como candidato à Presidência da República

Os partidos políticos têm até o dia 30 deste mês para oficializar os nomes dos candidatos para as eleições de outubro.

No sábado, o PSDB realizou convenção nacional, em São Paulo, e confirmou o nome do senador Aécio Neves como candidato do partido à Presidência da República. Mais de cinco mil pessoas participaram da convenção, que ainda teve as presenças do ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso e do ex-governador de São Paulo, José Serra.

O nome do candidato a vice-presidente na chapa do senador Aécio Neves ainda não foi escolhido. O PSDB informou que deve anunciar o nome do vice até o fim do mês.

O Partido Verde também realizou convenção nacional e lançou a candidatura do ex-deputado federal, Eduardo Jorge, à presidência.

O PRTB confirmou o nome de Levy Fidelix para a corrida presidencial. Só podem concorrer nas eleições, os candidatos que tiverem certidões de quitação eleitoral emitidas pelos tribunais regionais eleitorais.

As emissoras de rádio e TV ficam proibidas de transmitir programas com participação dos candidatos a partir do dia 10 de julho. A propaganda eleitoral nas ruas e na internet começa no dia seis do próximo mês e a campanha no rádio e na televisão vai começar no dia 19 de agosto.

O primeiro turno das eleições 2014 vai ser no dia cinco de outubro. Fonte: Agência do Rádio, colaboração, Cristiano Carlos

sábado, 24 de maio de 2014

Lançada pré-candidatura de Ana Amélia ao Piratini

Em evento realizado neste sábado no Auditório do Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, foi lançada oficialmente a pré-candidatura da senadora Ana Amélia Lemos (PP) ao governo do estado, bem como do senador Aécio Neves (PSDB) para Presidência da República.
 
Participaram representantes das siglas PP e PSDB, que reforçam e preparam-se para a sequência de campanha ao Piratini e ao Palácio do Planalto.
 
  Fonte: Central de Jornalismo da Difusora
Foto: Divulgação/Facebook Ana Amélia