Mostrando postagens com marcador Cpers. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cpers. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Secretário de Educação diz que problemas são normais e esperados

O Secretário de Estado da Educação, José Clóvis Azevedo, participou do encontro de Equipes Diretivas da 16ª CRE, ocorrido na manhã desta quinta-feira, dia 27, em Bento Gonçalves. Mais de 250 profissionais participaram do evento em que o secretário falou sobre o início ano letivo de 2014 nesta semana e fez um balanço das ações do governo.
 
Diante das afirmações que o Cpers está fazendo sobre os problemas como falta de professores, problemas estruturais em escolas, entre outros, o secretário afirmou que estes problemas são facilmente contornados e que a questão das escolas dependem das obras que estão sendo realizadas. Para ele, as reformas e os transtornos são momentâneos e, em breve, tudo deverá estrar normalizado.
 
O secretário falou sobre as obras nas escolas estaduais. Segundo ele, mais de mil obras foram realizadas e o investimento chegou a R$ 300 milhões. Ele destaca que os atrasos nas obras se deram por falta de pessoal e por causa da burocracia.
 
Azevedo também falou sobre a nomeação dos concursados do Estado. Segundo o Cpers, está se estudando medidas judiciais para garantir a nomeação de mais de 13 mil concursados nos últimos anos. Entretanto, o secretário afirma que as nomeações serão realizadas conforme haja necessidade e não há como nomear todos os aprovados em concursos de uma vez.
 
Azevedo diz que não acredita que haja greve. Ele afirmou, ainda, que no seu mandato à frente da secretaria não houve greve, já que ele considera os episódios de anos anteriores como paralizações que tiveram pouca adesão.
 
Fonte: Tomaz Graciliano
Foto: Eliana Passarin / 16ª CRE / Divulgação

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Estado e Cpers fazem primeira reunião para tentar pôr fim à greve



Oito dias após o início da greve do magistério, o governo do Estado e o Cpers-Sindicato realizam amanhã o primeiro encontro para tentar chegar a um acordo e pôr fim à paralisação. A rodada de negociação acontece às 14 horas, na sede do Instituto de Previdência do Estado (Ipe), na capital.


De um lado, estará o chamado Conselho de Greve, liderado pela presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. De outro, representações do governo gaúcho ligadas às secretarias da Educação, Fazenda, Saúde e também à Casa Civil. Como ponto principal para o fim da greve, os professores defendem a entrada em vigor do Piso Nacional da categoria, como básico para educadores e funcionários de escolas.

O governo, por sua vez, já disse que não há professores no atual quadro da Seduc, com carga de 40 horas, que recebam valor inferior ao Piso. Ontem, o Cpers fez uma concentração no final da tarde, na Esquina Democrática, na capital, seguida de caminhada luminosa até o Palácio Pirat

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Professores entram em greve na segunda

Educadores foram unânimes em aceitar a proposta de paralisação feita pelo Cpers/Sindicato


Após quase três horas de reunião, professores ligados ao Cpers/Sindicato aprovaram convocação de greve da categoria a partir de ontem à tarde. A assembleia da classe ocorreu no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, que recebeu cerca de 2,5 mil trabalhadores da educação. A paralisação começa na segunda-feira, 26.

A decisão foi tomada por unanimidade. A categoria pretende informar, de forma oficial, o governador Tarso Genro sobre o assunto ainda nesta sexta-feira. Segundo o Cpers, a paralisação ocorre por tempo indeterminado e só deve ser suspensa com a retomada das negociações salariais.

Greve dos professores tem baixa adesão em Bento

Até a manhã desta segunda, apenas um professor aderiu à paralisação, mas quadro pode mudar


Greve dos professores tem baixa adesão em Bento
A greve dos profissionais da rede estadual de educação, organizada pelo Cpers desde a última sexta-feira, dia 23, tem baixa adesão em Bento Gonçalves. De acordo com a 16ª Coordenadoria Regional de Educação (16ª CRE), até a manhã desta segunda, dia 26, apenas um professor, da escola Luiz Fornasier, aderiu à paralisação. Durante os próximos dias, porém, mais trabalhadores podem paralisar suas funções. 
Entre as reivindicações do sindicato está o cumprimento do piso salarial dos professores, por parte do governo do Estado, e a manutenção dos planos de carreira.