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domingo, 27 de abril de 2014

Legalização da maconha é debatida no mundo

A cidade de São Paulo terá, neste sábado (26), mais uma edição da Marcha da Maconha, na qual os manifestantes pedem a legalização da droga Mas não é apenas no Brasil que o tema gera polêmica e divide opiniões em relação a possíveis mudanças nas leis e às consequências que elas podem causar.

A princípio, usuários brasileiros e de outras partes do mundo pedem apenas que a maconha seja descriminalizada, ou seja, que o uso não seja tratado como crime.
 
“Muitas coisas são proibidas e não são crimes, como passar no sinal vermelho, ninguém defende que isso deva ser permitido, mas ninguém defende que você deva ir para a cadeia por causa disso”, explica Pedro Abramovay, diretor para a América Latina da Open Society Foundation (Fundação da Sociedade Aberta, em tradução livre).

Os organizadores da Marcha vão além da simples descriminalização e pedem a legalização e a regulamentação da maconha. Desta forma, o consumo da substância se tornaria legal e seria regido determinadas leis, como o álcool e o cigarro. Segundo Abramovay, a regulamentação poderia dar ao Estado um maior controle sobre a produção, venda e uso da maconha. “Os países que têm flexibilizado a política de drogas não querem voltar atrás”, conta o diretor.

— Você pode ter uma legislação, como, por exemplo, no Uruguai, que vai restringir a idade para uso e o local de venda, para que aquilo não seja simplesmente um mercado livre.

Para o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS), que se opõe a tais mudanças na lei brasileira, “isso é apenas um jogo de palavras, na verdade o que está se querendo fazer é permitir o consumo e a produção livre de drogas. Deixar o controle do preço e da oferta nas mãos do mercado”.
 
Fonte: R7

quarta-feira, 12 de março de 2014

Brasileiros entre os dez mais ricos do mundo

A rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Messi cresce cada vez mais dentro e fora dos gramados europeus. Após ser coroado como melhor do mundo em 2013, o português também levou a melhor em um ranking curioso elaborado pelo site Goal.com, sendo considerado o jogador mais rico do futebol mundial. Além disso, chama a atenção também as colocações dos brasileiros Kaká, Neymar e Ronaldinho Gaúcho, que aparecem no Top 10.
 
Segundo a lista, o atacante do Real Madrid tem patrimônio total de 148 milhões de euros (cerca de R$ 473 milhões), apenas 2 milhões de euros a mais que Messi. Para se ter noção do montante, com essa quantia Cristiano Ronaldo poderia comprar a mansão mais cara da Espanha seis vezes ou, se optasse pela velocidade, faria coleção com 171 Hennessey Venom GT, o carro mais rápido do mundo.
 
Apesar da fortuna, porém, CR7 só lidera porque o ranking não leva em consideração os ex-jogadores. Se David Beckham entrasse na brincadeira, por exemplo, seus 239,4 milhões de euros (cerca de R$ 779 milhões) superariam em muito o português.

Atrás de Cristiano Ronaldo e Messi, Samuel Eto'o completa o pódio. O camaronês recebia o maior salário do futebol no Anzhi Makhachkala, da Rússia, e ao se transferir para o Chelsea subiu três colocações no ranking, sendo agora o terceiro jogador mais rico. Logo atrás dele aparece Wayne Rooney, do Manchester United.
 
Brasileiros em 5º, 6º e 7º - Atrás dos quatro primeiros, Kaká, do Milan ocupa o quinto poto com patrimônio estimado em 82 milhões de euros (cerca de R$ 267 milhões). Com dois milhões de euros a menos aparece Neymar, que encheu os bolsos com a transferência para o Barcelona em junho do ano passado e acumula R$ 260 milhões. O camisa 10 da Seleção Brasileira fica à frente, por exemplo, de Ronaldinho Gaúcho, do Atlético-MG, que, mesmo atuando em solo brasileiro e recebendo menos que os demais listados, soma R$ 253 milhões.
 
Confira os jogadores mais ricos do mundo:

1. Cristiano Ronaldo (Real Madrid) - € 148 milhões (R$ 481,5 milhões)
2. Lionel Messi (Barcelona) - € 146 milhões (R$ 475 milhões)
3. Samuel Eto'o (Chelsea) - € 85 milhões (R$ 276,5 milhões)
4. Wayne Rooney (Manchester United) - € 84 milhões (R$ 273,3 milhões)
5. Kaká (Milan) - € 82 milhões (R$ 266,8 milhões)
6. Neymar (Barcelona) - € 80 milhões (R$ 260,3 milhões)
7. Ronaldinho (Atlético-MG) - € 78 milhões (R$ 253,7 milhões)
8. Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain) - € 69 milhões (R$ 224,5 milhões)
9. Gianluigi Buffon (Juventus) - € 63 milhões (R$ 204,9 milhões)
10. Thierry Henry (New York RB) - € 57 milhões (R$ 185,4 milhões

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Ministro diz que setor de saúde está pronto para a Copa

(Foto: Divulgação)A estrutura de saúde montada para a Copa do Mundo de 2014 não necessitou de verba específica do governo federal, mas uma reorganização dos investimentos, que estavam previstos. A informação foi dada na manhã de hoje (15) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante uma conferência sobre saúde médica para a Copa do Mundo, organizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), em um hotel da zona sul paulistana.
 
De acordo com o ministério, 10 mil profissionais da área de saúde foram capacitados para a Copa. As 12 cidades-sede contarão com 531 unidades móveis do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, 66 Unidades de Pronto Atendimento e 67 hospitais que funcionarão de forma integrada. Além da estrutura para atender os torcedores, o ministério informou ter criado planos de contingência para atender a acidentes com múltiplas vítimas.

Chioro disse que o número de atendimentos médicos durante a Copa do Mundo não deve alterar a rotina dos hospitais e unidades de saúde porque a expectativa é que de 1% a 2% de torcedores necessitem de algum cuidado médico, sendo que 99% da demanda costuma ser atendida no próprio estádio.
 
O perfil do público esperado para a Copa são adultos, entre 25 e 49 anos de idade, que, em geral, são saudáveis e não necessitam de cuidados especializados de saúde. Na Copa das Confederações, ano passado no Brasil ocorreram 1.598 atendimentos médicos, sem qualquer registro de caso grave. Do total, 98% das pessoas foram atendidas no próprio estádio.
 
Nas arenas e intermediações (até dois quilômetros de distância), a Fifa será a responsável pelos atendimentos de emergência de jogadores e torcedores. Segundo a federação, o número de postos de atendimento vai variar de acordo com a capacidade de cada estádio, cumprindo a legislação brasileira e as normas internacionais de segurança.
 
Para auxiliar os torcedores e os estrangeiros sobre a saúde no país, o Ministério da Saúde criou um site, disponível em quatro línguas (inglês, português, francês e espanhol) onde é possível encontrar orientações sobre hábitos saudáveis, cuidados de saúde e um guia de serviços. Será criado também um aplicativo, acessado por celular, que fornecerá informações úteis sobre saúde.
 
O diretor médico da Fifa, Jiri Dvorak, informou que todos os jogadores das 32 seleções passarão, pelo menos uma vez, pelo exame antidoping. "Vamos testar todos os jogadores pelo menos uma vez antes do primeiro jogo", disse ele. O último caso de dopping descoberto em uma Copa do Mundo foi o do jogador argentino Diego Maradona, em 1994, pego pelo uso de cocaína.
 
Dvorak anunciou que os jogos da Copa disputados em dias e horários de muito calor sofrerão paradas técnicas, para que os jogadores descansem e sejam hidratados. Segundo ele, a quantidade de paradas técnicas será decidida uma hora antes de cada jogo. A grande preocupação é com sete jogos, principalmente as marcadas para as 13h.
 
* Agência Brasil

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Uma em cada 14 mulheres no mundo já foi vítima de abuso sexual

Uma em cada 14 mulheres já foi, pelo menos uma vez, vítima de abuso sexual por parte de alguém que não o seu parceiro, mostra estudo feito em 56 países e publicado hoje (12) na revista The Lancet.
 
De acordo com o levantamento, a situação varia muito de país para país. A taxa de mulheres vítimas de abusos chega a 20% na Região Central da África Subsaariana mas, em média, 7,2% das mulheres com 15 anos ou mais dizem ter sido atacadas sexualmente pelo menos uma vez na vida.
 
“Descobrimos que a violência sexual é uma experiência comum para as mulheres em todo o mundo, e em algumas regiões é endêmica, atingindo mais de 15% em quatro regiões. No entanto, as variações regionais precisam ser interpretadas com cautela devido às diferenças na disponibilidade de dados e nos níveis de denúncia”, explicou Naeemah Abrahams, do Conselho de Investigação Médica da África do Sul, que coordenou o trabalho com colegas da Escola de Higiene e Medicina tropical de Londres e com a Organização Mundial da Saúde.
 
Após procurar estudos publicados ao longo de 13 anos (1998–2011), com dados sobre a prevalência global de violência sexual, os cientistas identificaram 77 trabalhos válidos, recolhendo dados sobre 412 estimativas em 56 países.
 
Os resultados mostram que as mais altas taxas de violência sexual estão no Centro da África Subsaariana (21% na República Democrática do Congo), no Sul da mesma região (17,4% na Namíbia, África do Sul e no Zimbabue), e na Oceania (16,4% na Nova Zelândia e Austrália).
 
Os países do Norte da África e Médio Oriente (4,5% na Turquia) e no Sul da Ásia (3,3% na Índia e em Bangladesh) registraram as taxas mais baixas.
 
Na Europa, os países do Leste (6,9% na Lituânia, Ucrânia e no Azerbaijão) têm percentual muito mais baixo do que os do Centro (10,7% na República Tcheca, Polônia, Sérvia, em Montenegro e Kosovo) e do que os do Ocidente (11,5% na Suíça, Espanha, Suécia, no Reino Unido, na Dinamarca, Finlândia e Alemanha).
 
Os autores do estudo lembram que os dados podem subestimar a verdadeira magnitude do problema por causa do estigma e da culpa associada à violência sexual, que leva as vítimas a não denunciar, prejudicando a qualidade dos números citados.
 
* Agência Brasil

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Porta-voz confirma início de processo para tirar Schumacher de coma

Staff de Schumacher agradeceu apoio mundial de fãs Foto: ReutersEm comunicado divulgado nesta quinta-feira, a porta-voz de Michael Schumacher, Sabine Kehm, confirmou que o ex-piloto está tendo sua sedação reduzida para que finalmente saia do coma induzido. O alemão está submetido a esta condição há mais de um mês, desde que sofreu um grave acidente de esqui nos alpes franceses.

Segundo Kehm, o processo de despertar Schumacher do coma pode levar "um longo tempo". Ela também declarou que, para a proteção da família, nenhuma atualização da condição do ex-piloto será dada até que o procedimento esteja totalmente concluído.

A porta-voz novamente pediu que fãs e imprensa "respeitem a privacidade da família e os segredos médicos", e agradeceu o apoio vindo de todas as partes do mundo.

Schumacher sofreu o acidente em 29 de dezembro do ano passado. Ele escorregou após passar por uma pedra escondida sob a neve e caiu, batendo a cabeça em uma outra rocha. Michael estava rodando fora de pista no momento do acidente, segundo apontaram as investigações da polícia.
O alemão foi levado foi levado ao hospital de helicóptero, e a suspeita inicial era de que a pancada havia sido leve. Porém, horas mais tarde, o traumatismo craniano sério e o coma foram confirmados. Desde então, ele já passou por duas cirurgias para reduzir a pressão intracraniana e para a remoção de coágulos.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Compra de Neymar derruba presidente do Barcelona

Sandro Rosell renunciou nesta quinta à tarde, depois de acusações de pagamento de comissões secretas à família do jogador para que escolhesse o Barça
 
Sandro Rosell, presidente do Barcelona, com Neymar, na apresentação do jogador ao clube, em 2013
"A confidencialidade é essencial no mundo do futebol, caso contrário pode prejudicar o clube. Não quero que ataques injustos contra mim prejudiquem a imagem do Barcelona" 
 
Na tarde desta quinta-feira, Sandro Rosell confirmou o que os jornais espanhóis noticiavam: ele pediu para sair da presidência do Barcelona, após uma reunião extraordinária com sócios e dirigentes do clube. Quem assume o cargo até o fim do mandato, em junho de 2016, é o vice-presidente Josep Maria Bartolomeu. O Barcelona e o próprio Rosell estão sendo investigados pela justiça espanhola pelos valores envolvendo a compra do atacante Neymar. Segundo o jornal espanhol El Mundo, o clube pagou comissões secretas à família do jogador para que ele optasse pelo clube ao deixar o Santos. Por conta das denuncias e investigações, na manhã desta quinta, o ex-presidente já tinha comunicado aos mais próximos que estava deixando o clube.

Josep Lago/AFP
A justiça espanhola havia confirmado que vê evidência de um crime na contratação de Neymar pelo Barcelona e solicitou que o próprio jogador, a Fifa, o Santos e o Barcelona apresentem as documentações sobre a negociação. Rosell garante que a operação para o Barcelona se reforçar com Neymar teve um custo de 57 milhões de euros (aproximadamente 184 milhões de reais). Mas segundo uma denúncia apresentada por um sócio do clube, o preço real seria de 95 milhões de euros (307 milhões de reais), em razão de comissões pagas para as partes envolvidas na transação. O juiz Pablo Ruz considerou que Rosell pode ter cometido um crime de apropriação indébita.

Anúncio - Na sala de entrevistas do Barcelona, Rosell apareceu ao lado de Bartolomeu e fez um pronunciamento rápido. Depois de enumerar suas conquistas à frente do Barcelona - ele foi eleito em 2010 -,  afirmou, em discurso lido todo em catalão, que renunciava para preservar o clube. "Esta época de êxito teve também momentos sofridos. Ser presidente significa colocar em risco a minha própria família. Nos últimos tempos, abriram um processo contra mim por apropriação indevida e acusam que a contratação de Neymar foi irregular. Tenho de ser compatível com a defesa do clube. A confidencialidade é essencial no mundo do futebol, caso contrário pode prejudicar o clube. A junta diretiva é quem lidera o clube. Não quero que ataques injustos contra mim prejudiquem a imagem do clube."

Em seguida, anunciou o substituto. "Acabo de apresentar minha demissão à junta diretiva. De acordo com os estatutos, José Maria Bartolomeu, vice-presidente, assume a presidência imediatamente e fica até 2016, quando serão convocadas novas eleições. Foi uma honra, um privilégio ter sido presidente do Barcelona. Desejo o melhor ao novo presidente."

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Síria em Guerra

Guerra civil da Síria

A Síria enfrenta, desde março de 2011, uma guerra civil que já deixou pelo menos 110 mil mortos, destruiu a infraestrutura do país e gerou uma crise humanitária regional. Acuados pelo conflito, mais de 2 milhões de sírios deixaram o país rumo aos países vizinhos, provocando uma crise de refugiados e aumentando a instabilidade da região.

No início, a rebelião tinha um caráter pacífico, com a maioria sunita e a população em geral reivindicando mais democracia e liberdades individuais. Mas, aos poucos, com a repressão violenta das forças de segurança, ela foi se transformando em uma revolta armada.

arte síria 3/9 (Foto: 1)































































O regime argumenta que a rebelião é insuflada por terroristas internacionais, com elos com a rede terrorista da Al-Qaeda, e que está apenas se defendendo para manter a integridade nacional.

O conflito tem sido marcado por derrotas e vitórias dos dois lados, apesar de o governo ter ganho terreno nas últimas semanas.

A fragmentada oposição síria tenta se organizar para uma possível tomada de poder, mas queixa-se de falta de apoio das potências ocidentais, que se mostram reticentes em entrar no conflito.

A guerra civil síria reviveu as tensões da Guerra Fria entre Ocidente e Oriente.

Desde o início do conflito em março de 2011, os EUA se limitam a oferecer apoio não letal aos rebeldes sírios e a fornecer ajuda humanitária. Em junho, a administração Obama prometeu "apoio militar" aos rebeldes, embora tenha mantido certa indefinição sobre a natureza dessa ajuda. Os EUA têm pouco apetite para intervir na região, uma vez que a rebelião é cada vez mais dominada por militantes islamitas com vínculos com a rede terrorista da Al-Qaeda.

A Rússia, que tem interesses econômicos e estratégicos na região, é a principal aliada do governo sírio, e tem vetado resoluções sobre a Síria no âmbito do Conselho de Segurança.

China, que também tem poder de veto no Conselho de Segurança, e Irã também são importantes aliados do presidente sírio Assad.

Em 21 de agosto, a oposição denunciou mais de mil mortos em um massacre com uso de armas químicas. O governo vem negando ter usado armas químicas, apesar de o Ocidente ver evidências em contrário.
Observadores da ONU foram autorizados a irem até o local para investigar se houve uso de armas químicas. Se confirmado, o incidente pode se tornar o mais grave com uso de armas químicas no planeta desde os anos 1980.

Após o incidente, aumentaram as conversas sobre uma possível intervenção internacional no país, liderada pelos EUA. O Conselho de Segurança se reuniu, mas não chegou a um acordo. O Parlamento do Reino Unido votou contra a ação, e o Secretário de Defesa britânico já afirmou que não agirá militarmente no país.
No dia 31, o presidente Barack Obama fez um pronunciamento dizendo que decidiu que o país deve adotar uma ação militar contra alvos do governo sírio, mas ressaltou que irá buscar a aprovação do Congresso norte-americano antes de fazê-lo. Recursos militares para a realização de um ataque estão posicionados e prontos para avançar sob sua ordem, disse ele.

A oposição síria espera ansiosa o aval do Congresso, e emitiu comunicado dizendo que a ajuda deve vir também em armas.

O Papa Francisco também se pronunciou sobre o país, condenando o uso de armas químicas, mas se dizendo contra mais uma guerra. Ele pediu um dia de jejum e orações, no próximo sábado, para o povo sírio.

No dia 1º, o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse em entrevista à rede CNN que testes provaram o uso da arma química sarin em ataques na Síria.

Leia abaixo algumas das datas do conflito:

2011

- 23 de março: Ao menos 100 pessoas são mortas pelas forças de ordem durante manifestações em Deraa (sul), berço da revolta uma semana antes (militantes e testemunhas).

- 31 de julho: 100 mortos e dezenas de feridos durante uma vasta ofensiva do Exército em Hama (centro).

2012

- 4 de fevereiro: Mais de 230 civis, incluindo dezenas de mulheres e crianças, são mortos em uma noite em Homs (centro) em bombardeios do Exército.

- 25 de maio: Ao menos 108 mortos em um massacre em Hula (província de Homs). Uma Comissão de investigação da ONU afirma que as forças pró-Assad são responsáveis por muitas mortes.

- 6 de junho: Mais de 100 pessoas são mortas, incluindo mulheres e crianças em Al-Kubeir (província de Hama). O OSDH e a oposição acusam os "shabbihas" (milícias pró-regime) pelo massacre.
- 21 de junho: Quase 170 mortos, incluindo 104 civis.

- 12 de julho: Em Treimsa (província de Hama), bombardeios e combates fazem mais de 150 mortos, incluindo dezenas de rebeldes. A oposição e uma parte da comunidade internacional chamam esta operação de 'massacre'.
- 19 de julho: A repressão e os combates fazem mais de 300 mortos, em seu maioria civis, em todo o país.

- 6 e 7 de agosto: Quase 500 mortos, incluindo mais de 300 civis, em todo o país. Em 11 e 12 de agosto, quase 300 mortos, particularmente em Aleppo (norte). Agosto foi o mês com o maior número de mortos na revolta síria.
- 20-26 de agosto: Operação militar contra Daraya: mais de 200 corpos são encontrados nesta periferia rebelde de Damasco.

- 20 de setembro: 225 mortos, incluindo dezenas durante um ataque contra um posto de gasolina da província de Raqa (norte).
- 26 de setembro: Ao menos 305 mortos, incluindo 199 civis.

- 23 de dezembro: Mais de 60 civis mortos em um ataque do Exército em frente a uma padaria perto de Hama (centro). Segundo a organização Human Rights Watch, os ataques contra filas de espera mataram dezenas de civis.

2013

- 15 de janeiro: 87 mortos em bombardeios contra a universidade de Aleppo. Rebeldes e regime negam responsabilidade no ataque.
- 29 de janeiro: quase 80 corpos de jovens executados são encontrado em um rio em Aleppo.

- 21 de fevereiro: mais de 100 pessoas são mortas, em sua maioria civis, em atentados em Damasco.

- 11 de junho: Sessenta xiitas, em sua maioria combatentes pró-regime, são mortos na província de Deir Ezzor (leste). Com a intensificação dos combates, os balanços do OSDH ultrapassam quase todos os dias os 100 mortos.

- 21 de agosto: A oposição acusa o regime Assad de matar 1.300 pessoas em um ataque com armas químicas perto de Damasco e a comunidade internacional de ser "cúmplice por seu silêncio".
- 22 de agosto: Corpos continuam sendo encontrados após o ataque supostamente com armas químicas em um subúrbio de Damasco. Segundo a oposição, número de mortos deve subir. A França defende o uso de força caso o uso de armas químicas seja confirmado, e a Turquia pede intervenção internacional. Já o Irã defende o governo sírio.
- 23 de agosto: Ativistas da Síria tentam entregar à ONU amostras de vítimas de ataque para comprovar o uso de armas químicas. O enviado especial da Liga Árabe e da ONU, Lakhdar Brahimi, diz que o conflito sírio é a maior ameaça à paz mundial. Obama diz que acusações de ataque químico na Síria são "preocupantes". Rússia rejeita uso de força, mas pede investigação.
- 24 de agosto: A ONG Médicos Sem Fronteiras diz que 355 dos mortos em Damasco apresentavam sintomas neurotóxicos. O regime sírio acusa os rebeldes de terem usado as armas químicas. O secretário americano de Defesa, Chuck Hagel, diz que o Pentágono já mobiliza forças para uma possível ação militar contra a Síria caso o presidente Barack Obama decida por esta opção.
- 25 de agosto: Governo sírio diz que permitirá o acesso dos inspetores da ONU a local de suposto ataque químico. Regime também afirma que qualquer ação dos EUA "inflamaria o Oriente Médio". O Papa Francisco pede um esforço internacional para acabar com a crise no país.
- 26 de agosto: Inspetores da ONU seguem para local de suposto ataque químico em Damasco e conversam com vítimas. Comboio sofre ataque no caminho, mas ninguém fica ferido - governo e oposição trocam acusações sobre autoria dos disparos. Declarações de Reino Unido e França indicam que possibilidade de intervenção aumentou. Rússia diz que ataque sem aval da ONU será uma "violação grave". Em entrevista Assad diz que EUA irão fracassar se tentarem invadir a Síria. O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, diz que o uso de armas químicas na Síria foi "real e convincente" e baseado em fatos. Rebeldes assumem controle de cidade estratégica no norte e 50 combatentes pró-governo são mortos.
- 27 de agosto: Segunda visita de inspetores da ONU a local de ataques é adiada. O premiê britânico chama o Parlamento para discutir a situação da Síria, e o secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, diz que as forças armadas americanas estão prontas para "agir imediatamente" contra a Síria, a partir de uma ordem do presidente Barack Obama. A imprensa americana diz que o ataque, que seria realizado nos "próximos dias", seria breve, limitado e pontual, sem o propósito de derrubar Assad. Obama e Cameron conversam por telefone sobre a crise.
- 28 de agosto: Ban Ki-Moon pede aos membros do Conselho de Segurança que se unam para "atuar pela paz" na Síria. Investigadores da ONU retomam visitas - órgão anuncia necessidade de mais quatro dias de trabalhos. O regime sírio acusa os rebeldes de terem feito o ataque para forçar uma intervenção. As potências pressionam a Rússia a apoiar a resolução que permite o ataque, mas afirmam que devem atacar a Síria mesmo sem o aval do Conselho de Segurança. O Reino Unido garante que não haverá ações no país antes do fim das investigações da ONU. Obama diz que ainda não se decidiu sobre ação militar na Síria.
- 29 de agosto: Inspetores da ONU anunciam que vão apresentar os dados preliminares de suas pesquisas sobre suposto ataque químico no dia 31. Rússia diz que projetos de intervenção na Síria são um "desafio" aos princípios da Carta da ONU. O Reino Unido publica relatórios que afirmam que é legal atacar Síria mesmo sem aval da ONU. Assad diz que a Síria vai se defender diante de qualquer agressão, e o Egito se posiciona contra a intervenção militar no país. O premiê britânico diz que a responsabilidade do ataque na Síria não é 100% clara, e o parlamento britânico vota contra sua moção por um ataque à Síria. Reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Síria acaba em impasse.
- 30 de agosto: Após rejeição britânica a uma ação na Síria, a Rússia diz ser contrária a qualquer resolução que permita uma intervenção militar e a Alemanha descarta participar. Já a França diz que decisão de Londres não muda sua vontade de agir e punir Assad. Israel mobiliza seus sistemas antimísseis em Tel Aviv. O premiê britânico diz que não deve desculpas a Obama por revés na Síria, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, apresentando um relatório de inteligência sobre o ataque, diz que ele matou 1.429 pessoas, 426 delas crianças. Obama afirma que o regime Assad precisa ser punido, mas diz que ainda não tomou a "decisão final" sobre o ataque. O governo sírio reage ao relatório, que classifica como "mentiras" e uma "tentativa desesperada" de justificar um ataque.
-31 de agosto: Obama afirma que vai atacar a Síria, mas disse que, antes disso, vai buscar apoio do Congresso.

- 1º de setembro: O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, diz que gás sarin foi usado no ataque. O governo sírio voltou a dizer que uma ação americana na região seria, na prática, um apoio à rede terrorista da Al-Qaeda. Os ministros árabes das Relações Exteriores pediram que a Organização das Nações Unidas (ONU) e a comunidade internacional "assumam suas responsabilidades" na crise síria
-2 de setembro: A Rússia disse não estar convencida sobre as provas apresentadas pelos EUA sobre o suposto ataque químico e afirmou que pretende mandar uma comissão parlamentar ao Congresso americano para pressionar contra o ataque. Assad afirmou que o Oriente Médio é um "barril de pólvora" e advertiu para os riscos de uma "guerra regional" caso as potências ataquem. Analistas criticam a "indecisão" das potências ao lidar com a crise síria e afirmam que Obama tomou uma decisão arriscada ao levar o debate para o Congresso.
-3 de setembro: O número total de refugiados por causa da guerra civil na Síria chegou a 2 milhões, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur. De acordo com um informe da agência, não há previsão de melhora na situação. Israel faz um teste de míssil no Mediterrâneo, em conjunto com os EUA, aumentando a tensão regional. O Pentágono afirma que o teste não tem relação com a Síria. Obama afirma que a ação na Síria será limitada, mas parte de uma estratégica para derrubar o regime Assad. O presidente da Câmara dos EUA, republicano John Bohener, anuncia apoio ao ataque e pede que seus colegas o sigam.

-4 de setembro: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que Moscou não descarta aceitar uma ação militar contra o regime Assad, se ficar demonstrado que ele usou armas químicas contra a população, em entrevista divulgada pelo Kremlin.

Microsoft anuncia compra da Nokia por 5,44 bilhões de euros

A Microsoft anunciou que está comprando a fabricante Nokia por € 5,44 bilhões (US$ 7,17 bilhões). A transação inclui a aquisição da unidade de aparelhos e serviços da Nokia por € 3,49 bilhões e a compra das patentes registradas pela Nokia por € 1,65 bilhão.
 
Uma vez que o negócio seja concluído, executivos da Nokia se juntarão aos da Microsoft, incluindo Stephen Elop, presidente executivo da Nokia que é um dos mais cotados para assumir a presidência da Microsoft no lugar do CEO Steve Ballmer. Jo Harlow, Juha Putkiranta, Timo Toikkanen e Chris Weber também devem se juntar à equipe da compradora.
 
Para financiar o negócio, a Microsoft vai mergulhar em suas grandes reservas de caixa no exterior. No final da operação, cerca de 32 mil funcionários devem ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4.700 apenas na Finlândia.
 
A Nokia vai se concentrar em seus negócios fazendo equipamentos de rede, serviços baseados em localização e outras "tecnologias avançadas". As demais empresas do grupo respondem por cerca de metade das vendas da empresa em 2012.


* Com informações, Estadão Conteúdo

sábado, 24 de agosto de 2013

ONU estima 93.000 mortos em guerra civil síria

Das vítimas, 6.500 são crianças, mas estimativa real pode ser ainda maior

O escritório de direitos humanos da ONU estimou nesta quinta-feira em 93.000 mortos confirmados na guerra civil síria até o final de abril, apesar de reconhecer que as estatísticas reais possam ser muito maiores. Em média, são 5.000 mortos por mês em um conflito que já está no seu terceiro ano. 

Dessas 93.000 mortes, ao menos 6.500 vítimas são crianças.



Entenda o Caso


  1. • Durante a onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, sírios saíram às ruas em 15 de março de 2011 para protestar contra o governo do ditador Bashar Assad.
  2. • Desde então, os rebeldes enfrentam forte repressão pelas forças de segurança. O conflito já deixou dezenas de milhares de mortos no país, de acordo com levantamentos feitos pela ONU.
  3. • Em junho de 2012, o chefe das forças de paz das Nações Unidas, Herve Ladsous, afirmou pela primeira vez que o conflito na Síria já configurava uma guerra civil.
  4. • Dois meses depois, Kofi Annan, mediador internacional para a Síria, renunciou à missão por não ter obtido sucesso no cargo. Ele foi sucedido por Lakhdar Brahimi, que também não tem conseguido avanços.
"Esse número extremamente alto de mortos, mês após mês, reflete a drástica deterioração do comportamento do conflito no último ano", disse a Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, em comunicado. As regiões de Damasco e Alepo registraram os números mais altos da violência desde novembro, informou o órgão em seu mais recente relatório sobre as mortes na Síria.

O número anterior de mortos divulgado pela ONU, em maio, era de 80.000. A atualização tem como base oito fontes, incluindo o governo sírio e o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), sediado na Grã-Bretanha. As mortes só foram contabilizadas quando o nome da vítima, o local e a data da morte eram conhecidos.

"Há também casos documentados de torturas e execuções de crianças e famílias inteiras, incluindo bebês - o que, juntamente com esse número devastador de mortos, é uma lembrança terrível de como esse conflito tornou-se cruel", disse Navi. "Apelo às partes que declarem um cessar-fogo imediato, antes de seguir matando ou ferindo dezenas de milhares de pessoas", afirmou a Alta Comissária da ONU.

A grande maioria dos casos comprovados pela ONU envolve homens, mas os especialistas não conseguiram estabelecer uma distinção entre combatentes e civis. A idade das vítimas também não foi determinada em 75% dos casos. Mas a ONU conseguiu documentar as mortes de 6.561 menores de idade, incluindo pelo menos 1.729 crianças com menos de 10 anos. 
 
Fonte: Agências France-Presse e Reuters

sábado, 27 de julho de 2013

Na vigília, papa retoma discurso de apelo aos jovens

Na última noite da Jornada Mundial da Juventude, o papa Francisco fez um discurso repleto de expressões informais, referências ao futebol e às manifestações populares, não só no Brasil, mas em vários países. O papa pediu que os jovens não se submetam a modismos, sejam autênticos e que "suem a camisa" na vivência da religião. 

"Hoje tenho certeza que a semente está caindo numa terra boa, sei que vocês querem ser um terreno bom, não querem ser cristãos pela metade, nem engomadinhos, nem cristãos de fachada, mas sim autênticos. Tenho a certeza de que vocês não querem viver na ilusão de uma liberdade que se deixe arrastar pelas modas e conveniências do momento", disse.

O pontífice pediu que os jovens "sejam os verdadeiros atletas de Cristo" e disse que Jesus oferece algo "muito superior" à Copa do Mundo. "Jesus nos pede que sigamos por toda a vida, pede que sejamos seus discípulos, que ''joguemos no seu time''. Acho que a maioria de vocês ama os esportes. E aqui no Brasil, como em outros países, o futebol é uma paixão nacional. O que faz um jogador quando é convocado para jogar em um time? Deve treinar e muito! Também é assim na nossa vida de discípulos do Senhor", pregou. 

"Queridos amigos, não se esqueçam: vocês são o campo da fé! Vocês são atletas de Cristo! Vocês são construtores de uma Igreja mais bela e de um mundo melhor", disse o papa para os jovens que desde a manhã circulavam pela orla de Copacabana e assistiram a shows de grandes nomes da música católica, como os padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo e a banda Rosa de Saron.

Assim como a missa de encerramento, prevista a manhã de domingo, a vigília foi transferida de Guaratiba, na zona oeste, para a Praia de Copacabana, na zona sul, por causa das chuvas, que transformaram o terreno onde inicialmente seriam realizados os dois últimos eventos da Jornada em um grande lamaçal. "Quando nosso coração é uma terra boa que acolhe a palavra de Deus, quando se ''sua a camisa'' procurando viver como cristãos, nós experimentamos algo maravilhoso: nunca estamos sozinhos", disse o pontífice.

Em referência ao nome como era chamado o terreno que abrigaria a vigília em Guaratiba, Campus Fidei (Campo da Fé), o papa lembrou a parábola do semeador, em que sementes caem em terrenos pedregosos e não germinam, enquanto outras caem em terras férteis. Francisco usou expressões familiares aos jovens para traduzir os princípios religiosos. Antes, pediu que os jovens sejam missionários na construção da uma nova Igreja.

 "Jesus nos oferece algo muito superior que a Copa do Mundo! Oferece-nos a possibilidade de uma vida fecunda e feliz e nos oferece também um futuro com Ele que não terá fim: a vida eterna. Jesus porém nos pede que treinemos para estar ''em forma'', para enfrentar, sem medo, todas as situações da vida, testemunhando nossa fé", afirmou.

Mais uma vez o pontífice mostrou a preocupação em falar de temas da atualidade que chamam atenção da juventude ou que têm os jovens como protagonistas. Ressaltou, porém, a parcela de responsabilidade de cada um no esforço por mudança. "Acompanhei atentamente as notícias a respeito de muitos jovens que, em tantas partes do mundo, saíram pelas ruas para expressar o desejo de uma civilização mais justa e fraterna.
 
 Mas, fica a pergunta: por onde começar, quais são os critérios para a construção de uma sociedade mais justa? Quando perguntaram a Madre Teresa de Calcutá o que devia mudar na Igreja, ela respondeu: você e eu!" Francisco pediu empenho para construção de uma Igreja grande, "que possa acolher toda a humanidade" e não apenas "uma capelinha, onde cabe apenas um grupinho de pessoas".

Papa critica liberalização de drogas na América Latina

Na visita ao Hospital São Francisco de Assis, na zona Norte do Rio, o papa Francisco atacou nesta quarta-feira os projetos de liberalização das drogas na América Latina e acusou traficantes de serem os "mercadores da morte". Na primeira vez que fala publicamente sobre o problema das drogas desde o início de seu pontificado, o argentino deu as primeiras indicações de que, se seus gestos são novos e sua simpatia o transformou em um ícone global, ele não está disposto a mudar posições tradicionais da Igreja.
 
A crítica à liberalização das drogas ocorreu enquanto visitava o hospital, que atende dependentes de drogas, e depois de se reunir com cinco pacientes. "Não é deixando livre o uso de drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química", declarou. O Uruguai já liberou o consumo de maconha, enquanto outros países na região avaliam propostas similares.
 
Para ele, a solução não vem da liberalização, mas de uma estratégia para "enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança ao futuro". E atacou também o narcotráfico: "São tantos os 'mercadores da morte' que seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo custo", disse. "A chaga do tráfico de drogas, que favorece a violência e que semeia a dor e a morte, exige da sociedade inteira um ato de coragem."
 
O papa Francisco ainda atacou o egoísmo da sociedade por não dar atenção suficiente aos dependentes de drogas. "Precisamos abraçar quem tem necessidade", disse. "Há tantas situações no Brasil e no mundo que reclamam a nossa atenção, cuidado, amor, como a luta contra a dependência química", declarou. "Frequentemente, porém, nas nossas sociedades, o que prevalece é o egoísmo", afirmou.

* Com informações, Estadão Conteúdo