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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Estado recebe 11 novos profissionais do Mais Médicos

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) recebe na próxima segunda-feira (3) novos profissionais que atuarão pelo programa dos Mais Médicos no Rio Grande do Sul. São 11 novos médicos brasileiros que passarão a trabalhar na atenção básica de 7 municípios gaúchos. O evento ocorre a partir das 9h30, no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), no auditório do 20º andar.

Os municípios beneficiados são Bagé, Porto Alegre, Santa Maria, Santana do Livramento e São Borja, todos com um profissional cada, Igrejinha com dois médicos e Pelotas com quatro. Eles se juntam aos 400 médicos hoje distribuídos em 113 cidades do Estado. O RS deve receber outros 80 profissionais intercambistas (diplomados fora do país), em distribuição ainda a ser definida de municípios.

O ato de acolhimento de segunda-feira contará com a presença da secretária da Saúde, Sandra Fagundes. Na sequência os profissionais serão apresentados às políticas estaduais da atenção básica, Rede Cegonha, DST/Aids, Saúde Mental e equidades.

Médicos cubanos

O programa terá ainda o reforço de mais médicos cubanos provenientes da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), ainda sem a confirmação do quantitativo por estado. Os 2 mil médicos cubanos desembarcam no Brasil nesta semana em Brasília, Fortaleza e São Paulo, onde vão cursar o módulo de acolhimento e avaliação do programa.

A previsão é que esses profissionais comecem a atuar nos municípios em março. A aprovação no módulo é obrigatória para receber o registro que autoriza a atuação no Brasil durante o programa. O Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com o objetivo de aperfeiçoar a formação de médicos na Atenção Básica, ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país e acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde.

Os profissionais do programa recebem bolsa formação de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Conforme previsto em lei, os médicos são selecionados para atuar no programa durante três anos.

Neste período, os profissionais formados no exterior terão registro profissional emitido pelo Ministério da Saúde, que lhes dará o direito de atuar exclusivamente na Atenção Básica das cidades a que forem designados, com acompanhamento de tutores e supervisores. Além disso, todos os profissionais fazem especialização em Atenção Básica, oferecida pela Universidade Aberta do SUS (Una-SUS) na modalidade de educação à distância.
Fonte: Palácio Piratini

sábado, 20 de julho de 2013

RS confirma sete mortes por gripe A em uma semana


A foram confirmadas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta sexta-feira, elevando para 23 o total de óbitos pela doença neste ano no Rio Grande do Sul. Na semana passa, o número de mortes devido ao vírus Influenza A era de 16.

As últimas sete vítimas são uma mulher de 59 anos de Passo do Sobrado, que sofria de doença renal e metabólica, um bebê de seis meses de Uruguaiana, um homem de 46 anos de Canoas, que sofria de imunodepressão e doença metabólica, uma mulher de 38 anos de Lavras do Sul, que era obesa, outra de 50 anos, moradora de Bagé, que era imunodeprimida, um homem de 24 anos, de Porto Alegre, que apresentava imunodepressão, síndrome de down e obesidade e uma idosa de 77 anos, também da Capital, que era cardiopata e apresentava doença neurológica.

As vítimas morreram por complicações da Influenza A, pelos vírus H1N1e H3N2. Canoas, na região Metropolitana, é o município com maior número de mortes decorrentes da gripe A: seis até o momento. Na sequência aparecem Porto Alegre com quatro e Santa Cruz do Sul com três óbitos.

A orientação das autoridades da saúde é para que, em caso de sintomas da doença, o paciente procure atendimento médico. Os principaissintomas são febre, tosse, dor de garganta, cabeça, musculares e nas articulações.

O médico deve prescrever o antiviral Tamiflu, que precisa ser tomado nas primeiras 48 horas do início dos sintomas, a fim de garantir a eficácia do medicamento. O produto é distribuído de graça na rede básica de saúde, com apresentação da receita prescrita pelo profissional.
 
 
Fonte: Correio do Povo