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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Seu filho já falou sobre o WhatsApp da Momo?

Alerta à Todos!


Uma figura medonha, “Momo”, ativa nas redes sociais, tem apavorado muita gente ao ameaçar usuários de aplicativos de conversa, aleatoriamente, em uma nova espécie de “jogo” online cujo objetivo nada mais é que amedrontar e tirar o sono das vítimas. Pelo menos até agora. No Brasil, dezenas de “convocações” para o jogo, nos últimos meses, despertaram a atenção das autoridades e órgãos vinculados à segurança na internet já emitiram o alerta: a “brincadeira” é coisa séria e pode virar golpe. A Instituição Pequeno Grande Campeão e Brique da Praça, deseja alertar toda comunidade para que possa acompanhar de perto este novo “Modismo”, observado as práticas das crianças e adolescentes nos aplicativos que possuem, orientando-os (as) sobre o perigo que os envolve.

Vamos Juntos, Vencer o Mal! Repasse!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Alerta para o perigo de intoxicações alimentares

No verão doenças aumentam em mais de 30% comparando com outros períodos 

Com a chegada do verão a Secretaria da Saúde, através do setor de vigilância epidemiológica do município, alerta para o perigo das doenças transmitidas por alimentos nesta época do ano. Conforme dados apresentados no Relatório Epidemiológico sobre Doenças Transmitidas por Alimentos, o número de pessoas que adoecem por causa da ingestão de alimentos é maior do que em outros períodos, chegando a 30,4%.

Uma das principais causas em que essas intoxicações aumentam, é pela falta de cuidado na conservação dos alimentos e o consumo de alimentos de origem animal sem inspeção sanitária. A preocupação aumenta com as festas de final de ano, onde os alimentos servidos na ceia costumam ser preparados com muita antecedência, sendo colocados sobre a mesa muitas horas antes de serem consumidos.

Conforme a Vigilância, uma explicação para isso é de que quando os alimentos permanecem por muito tempo em temperatura ambiente e fora da refrigeração onde ocorre uma grande proliferação de microrganismos, aumentando a chance das pessoas adoecerem. Outro problema tem sido a utilização de alimentos de origem animal sem inspeção sanitária, principalmente as carnes e os ovos. O consumo destes alimentos, principalmente a maionese, o galeto e o churrasco, aumentam a chance de surtos de gastrenterite (diarreia e vômito) por salmonelose e por clostrídios. Também deve ser dada uma atenção especial às sobremesas preparadas com ovos (tortas e coberturas) e aos salgadinhos preparados com carne (croquete, canudinho, sanduíches) que também pode causar surtos de gastrenterite.

A recomendação da vigilância sanitária para que as pessoas possam curtir as festas de final de ano sem o risco de adoecer por causa dos alimentos é: -Manter a higiene dos locais de preparo e guarda de alimentos,-Lavar as mãos antes de manusear ou consumir alimentos,-Evitar o contato entre alimentos crus e cozidos,-Cozinhar bem os alimentos,-Manter os alimentos na temperatura correta de conservação,-Adquirir somente produtos com procedência comprovada (nota fiscal e/ou rótulo),e tanto usar no preparo dos alimentos quanto consumir água tratada.

sábado, 16 de novembro de 2013

Chega o verão: Cuidados com animais peçonhentos

  Estamos nos aproximando da estação mais quente do ano, o verão. Esse é um período em que os cuidados com animais peçonhentos devem ser redobrados. Conforme a coordenadora do setor de epideumologia da Secretaria de Saúde de Farroupilha, seguidamente tem acontecido acidentes com esses tipos de animais no município. Em 2012, foram quatro acidentes com aranhas marrom a Loxosceles.


As aranhas-marrons (Brasil) ou aranhas-violino (Portugal), Loxosceles spp. são aracnídeos venenosos, conhecidas por sua picada necrosante. Elas são membros da família Sicariidae.


As aranhas-marrom têm um comprimento total de cerca de 3–4 cm (um terço disso sendo o corpo, de coloração típicamente marrom) e seis olhos na cor branca.

Algumas apresentam o desenho de uma estrela no cefalotórax. De teias irregulares, têm como característica a peregrinação noturna e a alta atividade no verão.Durante o dia permanecem escondidas sob cascas de árvores e folhas secas de palmeira - na natureza - ou atrás de móveis, em sótãos porões e garagens - no ambiente doméstico.

ilustração//google Tem por habitat, calçados, roupas que não são utilizadas a algum tempo, por isso, sempre que for utilizar uma peça de vestuário, é bom verificar se não há dentro ou sobre essa peça, uma dessas aranhas.


As cobras, também fazem parte da família dos peçonhentos, e tem causados acidentes no município de Farroupilha, segundo a coordenadora Paulina Inês Guisso.
 
Outra recomendação, é evitar fazer torniquete, quando alguém for picado por uma cobra, e nem mesmo fazer um corte e “chupar” o local, pois com essa atitude que fizer, será contaminado pelo veneno.


É muito fácil para distinguir cobras peçonhentas das não peçonhentas. As peçonhentas têm a cabeça triangular, destacada do corpo e com escamas miúdas. Suas pupilas são estreitas e verticais. Tem um orifício entre a narina e o olho.

ilustração//google A cauda é curta e mais ou menos distinta do corpo, porque afina rapidamente, e em algumas apresenta um chocalho. Já as não peçonhentas têm uma cabeça alongada coberta de placas e não de escamas. Seus olhos são grandes e não possuem o orifício entre a narina e o olho como as peçonhentas.

Suas escamas são achatadas dando as cobras um brilho. Em Farroupilha no ano que passou foram quatro casos, todos necessitaram utilizar o soro antiofídico.

A taturana também é uma incidência na região, e quando alguém for atingido pelos espinhos de uma destas deve buscar imediatamente atendimento médico, recomenda Paulina.


Existe um tipo de taturana que é a mais venenosa, e que se deve ter muito cuidado.
 
ilustração//google Escorpiões são outros peçonhentos que já provocaram acidentes no bairro Industrial em janeiro de 2012, onde houve uma superpopulação.


A reprodução desse animal, acontece quando encontram restos de alimentos, principalmente restos de carne, que é com o que eles se alimentam e com isso aumentam a população, colocando em risco pessoas adultas e crianças, pois eles podem invadir casas. “Dentre esses, o escorpião amarelo é o mais perigoso”. Conclui Paulina, destacando principalmente, que sempre que possível, quando alguém for atacado por um desses animais, que é importante que se pegue o animal e leve junto ao posto de saúde para que se consiga saber exatamente qual o tipo de animal é, para aplicar o soro específico, pois para cada um há um tipo de soro.

domingo, 29 de setembro de 2013

Perigo e infrações nas ruas da cidade

Departamento Municipal de Trânsito (DMT) aplicou mais de 4,7 mil autuações

entre abril e agosto

Fotos: Eliete Sampert/Divulgação
Perigo e infrações nas ruas da cidade
O trânsito caótico não é apenas um problema das grandes cidades. As consideradas médias, com população entre 100 mil e 300 mil habitantes, também enfrentam essa dificuldade. Bento Gonçalves, que tem 111.384 moradores, já conta com uma frota de 71.185 veículos, segundo dados apurados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) até o último dia 9. Com ruas cada vez mais cheias, o tempo para chegar ao destino aumenta significativamente e, com isso, cresce também o volume de imprudências. 
Somente entre os meses de abril e agosto deste ano, os agentes do Departamento Municipal de Trânsito (DMT) autuaram 4.772 condutores por alguma irregularidade e atenderam a 712 acidentes de trânsito com danos materiais na área urbana (nos casos de acidentes com vítimas, o registro é realizado pela Brigada Militar). Deste montante, 44 ocorreram na avenida Osvaldo Aranha. 
O coordenador de políticas públicas de trânsito, Clóvis Bedina, atribui os índices à falta de atenção. Além da Osvaldo Aranha, duas outras ruas que compõem o eixo entre os bairros Cidade Alta e São Roque fazem parte da lista das mais perigosas: a avenida São Roque e a rua Guilherme Fasolo.
Para Bedina, o local da ocorrência e a quantidade de acidentes estão diretamente ligados ao fluxo de veículos em virtude, muitas vezes, de feiras ou obras na cidade. Ele explica que, apesar de elevado, o número de autuações poderia ser ainda maior. “Esses Autos de Infrações de Trânsito (AIT) foram lavrados durante o serviço de rotina do DMT. Considerando o grande número de ocorrências e acidentes, o monitoramento em escolas ou junto a obras, o atendimento integral a eventos de grande porte e a prestação de serviços junto à comunidade, sobra pouco tempo específico para a fiscalização de trânsito”, destaca. Em média, segundo ele, 270 intervenções mensais são feitas pelos agentes, principalmente em obras. O quadro de servidores é composto de 36 pessoas, escaladas em turnos de seis horas cada. 
Bedina destaca, porém, que a função do órgão não é apenas de autuar, mas de promover a educação no trânsito. “Temos a função educativa, posteriormente a preventiva e, por último, o fator coercitivo, que é a imposição da penalidade. É neste sentido que estamos nos mobilizando para intensificar a fiscalização, tendo como meta principal a educação no trânsito e consequentemente a redução do índice de acidentes, priorizando assim o bem-estar social”, reitera. 
Outro dado que chama a atenção é a quantidade de pessoas que perderam a vida na área urbana em decorrência de acidentes de trânsito: três somente neste ano. O primeiro caso aconteceu no dia 30 de maio. Vilmar Dias Vieira, de 70 anos, foi atropelado na rua Silva Paes, bairro Cidade Alta e morreu depois de 66 dias internado. No dia 22 de agosto, uma nova vítima, desta vez na rua Gomes Carneiro, no bairro Maria Goretti. Tarcísio Marcos Bender, 35 anos, morreu após ter sido atropelado por um ônibus. O último caso registrado, no dia 13 deste mês, foi na avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, bairro Licorsul. Ancilla Oliva Bettoni Bellato, de 85 anos, atravessava a rua quando foi atingida por um caminhão. 
Durante todo o ano de 2012, foram registrados cinco casos de atropelamento que vitimaram moradores da cidade, sendo quatro nas vias urbanas e um na RSC-470.

Mortes nas rodovias

O número de mortes em decorrência de acidentes de trânsito nas rodovias que passam por Bento Gonçalves chega a 11 neste ano. O caso mais recente ocorreu no último domingo, dia 22. Michel Calza, de 19 anos, morreu depois de perder o controle da motocicleta que conduzia e ser arremessado contra o rodado de um caminhão. O acidente aconteceu na ERS-444, no Vale dos Vinhedos. O condutor da Scania não teve ferimentos. Entre as rodovias, a RSC-470 tem o maior número de mortes registrado no ano.

Principais autuações*

Estacionar em local irregular (rotativo – Zona Azul): 1.271 infrações
Conduzir veículo utilizando telefone celular: 1.017 infrações
Conduzir o veículo sem usar cinto de segurança: 327 infrações
Avançar o sinal vermelho: 303 infrações
Veículos autuados e removidos ao depósito por estarem com o licenciamento vencido: 158
*Dados de 1º de abril a 31 de agosto de 2013. Fonte: DMT

Fonte: Jornal SerraNossa - Reportagem: Katiane Cardoso

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Brasil já tem 370 mil usuários de crack

(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Os usuários regulares de crack e/ou de formas similares de cocaína fumada (pasta-base, merla e oxi) somam 370 mil pessoas nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Considerada uma população oculta e de difícil acesso, ela representa 35% do total de consumidores de drogas ilícitas, com exceção da maconha, nesses municípios, estimado em 1 milhão de brasileiros.

 
A constatação está no estudo Estimativa do Número de Usuários de Crack e/ou Similares nas Capitais do País, divulgado nesta quinta-feira, 19, pelos ministérios da Justiça e da Saúde. A pesquisa foi encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
 
Para o secretário nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, Vitore Maximiano, o número de usuários regulares desse tipo de droga é "expressivo", embora corresponda a 0,8% da população das capitais (45 milhões). "Não é pouco, em absoluto, termos 370 mil pessoas com uso regular de crack. O número é expressivo e mostra que devemos ter total preocupação com o tema."
 
O secretário classificou de surpreendente o fato de, em números absolutos, a Região Nordeste concentrar a maior parte dos usuários, contrariando o senso comum, segundo o qual o consumo é maior no Sudeste. Como a prática ocorre em locais públicos e durante o dia, ela costuma ser mais visível, devido à formação das chamadas cracolândias. De acordo com o estudo, no Nordeste há aproximadamente 150 mil usuários de crack, cerca de 40% do total de pessoas que fazem uso regular da droga em todas as capitais do país.
 
"Esse é um achado que surpreende: a presença de um forte consumo no Nordeste e também, proporcionalmente, no Sul [onde há 37 mil usuários de crack]. No Nordeste, acreditamos que seja em razão do próprio IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] mais baixo, quando equiparado nacionalmente", disse. "Já em relação ao Sul, verificamos um componente histórico, uma vez que tradicionalmente há na região um maior uso de drogas injetáveis, cujo índice no país é muito baixo, mas sempre com maior predominância por lá", acrescentou.
 
A proporção do consumo do crack em relação ao uso total de drogas ilícitas (com exceção da maconha) também apresenta variações entre as regiões. Enquanto nas capitais do Norte, o crack e/ou similares representam 20% do conjunto de substâncias ilícitas consumidas, no Sul e no Centro-Oeste o produto corresponde a 52% e 47%, respectivamente.
 
O levantamento mostra ainda que, entre os 370 mil usuários de crack e/ou similares, 14% são menores de idade. Isso indica que aproximadamente 50 mil crianças e adolescentes usam regularmente essa substância nas capitais do país. A maior parte deles (56%) também estão concentrados nas capitais do Nordeste, onde foram identificados 28 mil menores nesta situação.
 
Em relação aos locais de consumo da droga, o estudo identificou que oito em cada dez usuários usam crack em espaços públicos, de interação e circulação de pessoas. A diretora de Projetos Estratégicos da Senad, Cejana Passos, ressaltou que, em razão dessa característica, não adianta fazer uma pesquisa com metodologias tradicionais, por exemplo, com perguntas diretas ao entrevistado se ele usa ou não a droga, com o objetivo de estimar o número de usuários. Segundo ela, o método adotado, que investiga as redes sociais do entrevistado, com questionamento sobre as pessoas que ele conhece que usam a substância, foi possível chegar a um número mais preciso.
 
"Essas pessoas podem não estar na residência. Por isso, era preciso investigar o todo e cruzar as redes sociais", disse. "Pela primeira vez, a secretaria considera ter um dado muito confiável em relação ao número de usuários de crack nas capitais", acrescentou.
 
Para fazer o estudo, foram ouvidas, em casa, entre março e dezembro de 2012, 25 mil pessoas, que responderam a questões sobre as características das pessoas que integram suas redes de relacionamento. Entre as perguntas, havia algumas focadas especificamente no uso do crack e outras que serviram como controle de confiabilidade dos dados, cujas respostas podiam ser comparadas aos cadastros de órgãos públicos, por exemplo, número de conhecidos que são beneficiários do Bolsa Família.
 
Além desse estudo as pastas divulgaram hoje a pesquisa Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil que traz informações sobre as características epidemiológicas dessa parcela da população.
 
* Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Atividade do vulcão Copahue faz Chile decretar alerta vermelho

A Agência Nacional de Emergência do Chile decretou alerta vermelho pelo aumento da atividade sísmica do vulcão Copahue, na fronteira entre o Chile e a Argentina, mas descartou a possibilidade de uma retirada de moradores.

Família observa o vulcão Copahue em Caviahue, Argentina, neste sábado (22) (Foto: AFP)
Na noite de sábado, os equipamentos de monitoramento detectaram uma atividade sísmica contínua e observaram uma incandescência na cratera, o que poderia indicar fluxos de lava pelas encostas do vulcão, de acordo com o Serviço Nacional de Geologia e Mineração (Sernageomin), em um comunicado.
A coluna de gases e cinzas chegou a 1,5 quilômetros de altura na direção sudeste.
"A intensidade dos sinais sísmicos sugere que a erupção ainda em curso é menor", mas "não se descarta uma evolução da atividade para uma grande erupção", ressaltou o Sernageomin.

No entanto, a Onemi indicou que por enquanto não há necessidade de evacuar a população, porque "no caso de aumento da atividade, a área susceptível de ser afetada por fluxos de lava e lahars (um raio de 15 km) não inclui áreas povoadas".
Lahars são deslizamentos de terra que ocorrem nas encostas de vulcões provocados pela mistura das cinzas e água expelida, e que podem chegar a devastar populações.
O alerta vermelho permitirá aumentar o monitoramento do desempenho do vulcão e dispor de recursos para verificar quaisquer problemas causados pela erupção.
No sábado, o vulcão Copahue, localizado na região de Bio Bio, começou a cuspir uma nuvem de cinzas incomum, o que alertou vizinhos.
O vulcão fica na fronteira entre Chile e Argentina, mas as emanações produzidas estão voltadas para o lado argentino.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Crianças estão sem local de lazer

As crianças e adolescentes dos bairros Pomarosa, Eucaliptos e Conceição, e dos loteamentos Cembranel e Nossa Senhora da Saúde estão sem uma praça para os momentos de lazer. O local foi uma das reivindicações realizadas da União de Associações de Bairro (UACB) ao Poder Executivo durante encontro, que também contou com a presença de secretários municipais.

A moradora do bairro Pomarosa I, Cristiane Vanacaor relata que as crianças utilizam a rua como local para brincar. Porém, uma das preocupações é o tráfego intenso de veículos. “Falta um local para as crianças. É perigoso brincar na rua”, comenta. Para que não aconteçam acidentes, ela controla o horário para que seus filhos possam se divertir. Na casa onde reside existem crianças de um ano a 14 anos, sendo que uma delas já foi atropelada enquanto brincava.
 
Fonte: Jornal Semanário