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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Extremistas matam 143 pessoas na Nigéria

Extremistas mataram 143 pessoas em um vilarejo no nordeste da Nigéria, segundo Abdulazeez Kolomi, da Agência de Proteção Ambiental do país. Um soldado que preferiu não se identificar disse a Associated Press que os rebeldes fortemente armados entraram no vilarejo vestidos com uniformes militares.

Os militares no local não conseguiram se defender, de acordo com a fonte, pois, além das armas, os extremistas estavam em 20 caminhonetes e dois tanques leves. Já os soldados tinham apenas rifles automáticos e granadas propelidas por foguetes.

"Tivemos de nos retirar para a nossa base para pedir reforço após ficarmos sem munição. Tivemos de correr para sobreviver", disse o soldado, que teve de se esconder em uma plantação de milho.

"Mas eles nos seguiram, rodearam nossa base e começaram a disparar contra nosso prédio. Não conseguimos suportar a força do seu poder de fogo. Nós tivemos de recuar para o vilarejo depois que eles mataram dois dos nossos soldados e três policiais".

Moradores locais disseram que os extremistas atearam fogo em casas e atiraram em motoristas e pessoas que tentavam fugir do local.

* Com informações, AE

sábado, 14 de setembro de 2013

Brasil acolhe satisfeito adesão da Síria à Convenção contra armas químicas

O Governo brasileiro acolheu neste sábado com "satisfação" a adesão da Síria à Convenção Internacional para a Proibição das Armas Químicas e comemorou sua intenção de "aplicá-la imediatamente".

Em comunicado do Ministério das Relações Exteriores, o Brasil lembrou que como um dos "signatários originais" da convenção, espera que a adesão da Síria "impulsione a universalização desse instrumento e conduza a busca do objetivo de um mundo livre de todas as armas químicas".

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, recebeu neste sábado os documentos necessários para que a Síria se una à convenção, com os quais o país árabe formaliza sua adesão, segundo informou a ONU.

A inclusão da Síria na convenção faz parte dos requisitos enunciados pela comunidade internacional para evitar um ataque limitado contra o país, depois que supostamente o regime de Bashar al Assad fez uso deste tipo de armamento no dia 21 de agosto.

"O Brasil comemora também o acordo feito por Estados Unidos e Rússia sobre a eliminação de armas químicas sírias", apontou a nota.

EUA e Rússia chegaram também neste sábado a um acordo para que se inspecionem de maneira "imediata e total" todos os locais de armazenagem de armas químicas em solo sírio para que depois sejam destruídas.
O Brasil "acredita que tais medidas contribuirão significativamente para dar novo vigor à busca de uma solução negociada para atender as legítimas aspirações da sociedade síria".

"Nesse sentido, o Brasil reitera seu inequívoco apoio ao representante especial da ONU e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, e à realização de uma nova conferência internacional sobre a Síria, para cujo sucesso continua pronto para contribuir", especificou a Chancelaria.

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