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terça-feira, 10 de julho de 2018
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Espetáculo de Dança ocorre na Fundação Casa das Artes em Bento
Produzido pela Aplausos Studio de Dança, o espetáculo Papillon será
apresentado de 23 a 27 de Abril no Anfiteatro da Fundação Casa das Artes
de Bento Gonçalves. Com o patrocínio do Fundo Municipal de Cultura, o
projeto aprovado em 2013 levará ao palco coreografias de Ballet Clássico
em sua melhor expressão técnica. No elenco, 12 bailarinas de Bento
Gonçalves, dirigidas pelas professoras e coreógrafas Deise Ceccagno e
Patrícia Larentis, mostrarão o que há de melhor na dança da cidade ao
som de grandes nomes como Johann Sebastian Bach, Camille Saint-Saëns,
Joseph Haydn, Frédéric Chopin, Max Bruch, Antonin Dvorak e Antonio
Vivaldi.
Este projeto tem como objetivo mostrar ao público um trabalho
profissional dentro da dança clássica. “Os Espetáculos de Ballet que
acontecem em nossa cidade são, geralmente, espetáculos de fim de ano das
escolas de ballet, e o público é constituído, em sua maioria, por
familiares e amigos. Existe uma idéia de que o ballet é uma atividade
direcionada para crianças, especialmente para meninas. Nosso Projeto
quer iniciar uma mudança nestes pensamentos”, explica Deise Ceccagno.
Segundo Patrícia Larentis, para que seja possível mudar esse pensamento,
é necessário atrair o público para o teatro e apresentar a este público
um trabalho profissional e técnico. “Papillon foi idealizado com esse
objetivo e apostando nisso a Aplausos levará o que tem de melhor
artisticamente e tecnicamente”, completa.
Além das datas para o público em geral, o espetáculo terá uma
apresentação especial para alunos de escolas públicas do município,
previamente cadastrados, com entrada franca no dia 23 de abril, à tarde.
Papillon – “Papillon” (borboleta em francês) é a ligação entre o céu e a
terra, os desejos da mente e os movimentos do corpo. Dança, luz,
poesia. Em um sonho azul, acompanhando a metamorfose da borboleta,
sentimos as transformações interiores de cada pessoa, a cada momento de
sua vida. Nascer, crescer. Errar e acertar. Aprender. Sentir-se preso e
depois viver a liberdade, nas pontas, nos passos do Ballet.
Datas: 23 a 26 de abril, às 20h, e 27 de abril, às 16h
Local: Anfiteatro da Fundação Casa das Artes de Bento Gonçalves
Ingressos: R$ 10,00 (informações pelo fone (54) 9934 4765 ou pelo facebook Aplausos Studio de Dança)
Aplausos Studio de Dança
Fundada em 2008 pelas bailarinas e professoras de ballet Deise
Ceccagno e Patrícia Larentis, a escola de ballet Aplausos dedica-se em
formar bailarinos, desenvolvendo e aprimorando a qualidade técnica e a
expressão artística dos alunos. A escola trabalha com turmas desde o
Infantil, a partir dos 3 anos de idade, até o Ballet Avançado, onde é
aprimorado o trabalho de Pontas e estudo dos Ballets de Repertório. A
Aplausos já recebeu vários prêmios nos Festivais Bento em Dança, Sul em
Dança (São Leopoldo) e Brasil em Dança (Porto Alegre). Em 2013, a
Aplausos Studio de Dança teve uma coreografia aprovada no Festival de
Dança de Joinville – Palco Aberto. A Aplausos também se apresenta como
convidada em eventos da cidade, como Feira do Livro, Expobento, Semana
de Bento, Natal Bento, entre outros."
* Assessoria de Imprensa da Secretaria de Cultura de Bento Gonçalves.
sábado, 22 de março de 2014
Que rufem os tambores! É preciso falar sobre arte
Nesta sexta-feira, dia 21, é comemorado o Dia Universal do Teatro. Em
todo o mundo, celebrações homenageiam a arte originada a partir da
necessidade do homem de se comunicar e estimular questionamentos sobre o
ser e o existir. Em Bento Gonçalves, o gênero ganhou expressividade há
cerca de 40 anos, tendo à frente nomes como Moacir Correa, Mônica Blume,
Azir Beltram (já falecido) e Ivone Balsan. Quatro décadas se passaram,
e, ao que tudo indica, a luta pelo reconhecimento da classe está longe
de terminar.
O primeiro contato de Correa, o Moa, aconteceu quando criança, na
década de 1970. No antigo teatro Marcopolo, que funcionava no atual
prédio da Paróquia Santo Antônio, seria apresentada a peça “O rapto das
cebolinhas”. Como não tinha dinheiro para comprar o ingresso, Moa
negociou uma forma de conseguir o valor. “Minha mãe tinha uma quantia
guardada para comprar lenha. Eu propus um acordo: se ela me desse o
dinheiro do ingresso, eu mesmo buscaria lenha no mato. No momento em que
estava na plateia, tive certeza que era aquilo o que eu desejava para a
minha vida”, recorda.
Depois de apresentado ao mundo artístico, o menino nunca mais parou.
Como viver de arte era inviável na Bento Gonçalves das décadas de 1970 e
1980, para pagar as contas ele mantinha o teatro e a dança paralelos ao
trabalho de militar e, posteriormente, de colaborador dos Correios.
“Tive sorte de ter conhecido pessoas muito boas na minha vida. O coronel
do Exército era um homem muito culto e permitia que eu me ausentasse
para poder fazer as minhas apresentações”, recorda. Outro ponto de
encontro de atores era o Cine Ipiranga – desativado –, anexo à sede do
clube de mesmo nome, no bairro Cidade Alta.
Festivais
Na década de 1980, existiam mais de dez grupos de teatro na cidade. Naquela época, foi realizado o 1º Festival de Teatro de Bento Gonçalves, em 1981. Foi então que Moa conheceu a trupe “Causas e Efeitos”, na qual atuou por cerca de cinco anos, colecionando prêmios. Depois vieram outros grupos, outras peças e muitos troféus. O Festival foi sucesso até 1987. Em 2007 e 2008, o evento chegou a ser reativado, mas no ano seguinte foi extinto. “O festival chegou a ser regional, vinham grupos de cidades vizinhas. Foi um tempo ótimo”, relembra Moa. “Era muito prazeroso, mas também foram tempos difíceis. Para mim, era impossível viver apenas com o dinheiro do teatro. Como era funcionária pública, a arte ficava em segundo plano”, avalia Mônica, que hoje integra o quadro de artistas da Maria Fumaça.
Caça-níquel
Na década de 1990, os entusiastas do teatro Moa, Mônica Blume e Ivone Balsan, cansados de mendigar por um espaço em que pudessem se apresentar, pressionaram o Poder Público. Queriam um local para ensaiar e promover apresentações. Na mesma época, o artista Azir Beltram liderava o grupo de teatro italiano “Fabriqueta de Rider” (em tradução livre, Fábrica de gargalhadas). “Vivíamos de teatro caça-níquel. Montávamos aqui em casa o roteiro, o figurino e o cenário. Colocávamos tudo em sacolas de viagem e peregrinávamos de escola em escola vendendo nossa arte em espetáculos com ingressos de R$ 1 por aluno. Eram várias apresentações por dia. Ficávamos acabados”, observa Correa.
Casa das Artes
“Que fique bem claro. A casa das Artes só foi concluída por pressão de três pessoas: eu, a Mônica Blume e a Ivone Balsan. Um dia dissemos: chega! Precisamos de um espaço para a arte. Não dá mais para ensaiar na rua ou em locais improvisados”, conta o artista. “Apresentamos um projeto à secretaria de Educação para realizar um festival de dança e teatro com o intuito de arrecadar valores que seriam revertidos para a conclusão do prédio – na época só existia a estrutura, sem cobertura. Não cobramos nada, estávamos nos doando, tudo pela causa. Depois de um tempo, a prefeitura ficou com vergonha e contratou uma produtora para captar recursos federais e, finalmente, concluir a Casa das Artes”, recorda Moa.
A espera continua
Na opinião de Moa e Mônica, ainda há muito o que fazer em Bento em prol da cultura. “A verdade é que a Casa das Artes tem muitas deficiências. Não é apropriada nem para ensaiar e, muito menos, para se apresentar. Como queremos cobrar apreço do povo pela cultura se não há um espaço adequado para os artistas?”, reforça Mônica. “A Casa das Artes é muito linda, mas não é funcional. Falta o principal: um palco bem estruturado para receber grandes espetáculos. O público fica bem acomodado, mas e o artista? Eu vi a pedra fundamental da estrutura ser fixada, mas até agora não vi um palco decente. Não peço a Ópera da Bastilha, só quero contribuir com a criação de um cenário cultural promissor para as próximas gerações”, desabafa o artista, referindo-se à sede oficial da Ópera Nacional de Paris, que tem capacidade para mais de 2.700 pessoas e é palco de famosas apresentações de balé.
Reportagem: Jornal SerraNossa - Priscila Boeira
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Battle In The Cypher
Em
março de 2013, na semana da Páscoa, a Nest Panos irá realizar a 4ª
edição de sua maior contribuição para cultura Hip Hop e uma das mais
tradicionais festas da nossa cultura atualmente, o Battle In The Cypher.
Desde sua primeira edição, em 2010, o foco do evento era fazer uma grande festa, com estrutura e equipe de qualidade, focada em vivências, troca de informação, conhecimentos e além de óbivio muita diversão.
Algo em contra partida, ao rumo que muitos eventos voltados aos B.Boys tem tomado, onde foca sua festa apenas a parte competitiva.
Assim como em 2012, o evento terá 7 dias de programação, contando novamente com cinema, debates, exposições, mostra de dança, workshops, batalhas, festas, graffitis, boombox, Mcs, DJs e B.Boys de todas regiões do Brasil e também de diversos países da América Latina. Desde já convidamos a todos que buscam uma festa voltada para toda cultura, para que venham a Bento Gonçalves - RS entre os dias 25 a 31 de março de 2013, para celebrar através de sua arte, música ou dança o Battle In The Cypher 2013.
NÃO SOMENTE ASSISTA OU FALE DO EVENTO, COMPAREÇA E VIVA-O.
Desde sua primeira edição, em 2010, o foco do evento era fazer uma grande festa, com estrutura e equipe de qualidade, focada em vivências, troca de informação, conhecimentos e além de óbivio muita diversão.
Algo em contra partida, ao rumo que muitos eventos voltados aos B.Boys tem tomado, onde foca sua festa apenas a parte competitiva.
Assim como em 2012, o evento terá 7 dias de programação, contando novamente com cinema, debates, exposições, mostra de dança, workshops, batalhas, festas, graffitis, boombox, Mcs, DJs e B.Boys de todas regiões do Brasil e também de diversos países da América Latina. Desde já convidamos a todos que buscam uma festa voltada para toda cultura, para que venham a Bento Gonçalves - RS entre os dias 25 a 31 de março de 2013, para celebrar através de sua arte, música ou dança o Battle In The Cypher 2013.
NÃO SOMENTE ASSISTA OU FALE DO EVENTO, COMPAREÇA E VIVA-O.
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