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domingo, 21 de julho de 2013

Seis estabelecimentos ainda interditados em Bento

 Fiscalização rígida a casas noturnas, boates e clubes mantém estabelecimentos
fechados desde o mês de janeiro

A prefeitura de Bento Gonçalves, através do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ipurb), começou a vistoria em casas noturnas, bares, boates, clubes e similares no dia 31 de janeiro deste ano, com o objetivo de evitar tragédias como a ocorrida em Santa Maria, quando a boate Kiss pegou fogo e culminou na morte de 242 pessoas. Na época, mais de 30 estabelecimentos comerciais foram vistoriados pelo poder público e pelo Corpo de Bombeiros, onde 17 foram interditados. De lá pra cá, a fiscalização está sob o comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, que, segundo o secretário Neri Mazzochin, seis estabelecimentos ainda permanecem fechados por não estarem regularizados de acordo com o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) e com as normativas do Poder Executivo.

 “Os demais estabelecimentos que foram interditados àquela época estão, hoje, de acordo com a lei, com os alvarás liberados e os PPCI’s em condições para o funcionamento. Existe um trabalho em parceria entre a Secretaria e o Corpo de Bombeiros para que tudo funcione de forma legalizada evitando qualquer tipo de tragédia”, esclarece o secretário.

terça-feira, 16 de julho de 2013

MP responsabiliza quatro bombeiros pela tragédia na Kiss



Incêndio foi o mais trágico do RS



Após cinco meses de investigação o Ministério Público de Santa Maria anunciou na tarde desta segunda-feira, 15, que ingressará com uma Ação Civil pedindo a condenação de quatro oficiais do Corpo de Bombeiros do município. Na acusação, o Ministério Público alega que atos de improbidade administrativa teriam contribuído para a tragédia na boate Kiss, que vitimou 242 pessoas em janeiro deste ano.
 


No entanto, nenhum servidor público foi indiciado pelo MP. O prefeito Cezar Schirmer ficou fora da ação. O inquérito será entregue à Justiça de Santa Maria. Os apontados por suposta improbidade administrativa são Altair de Freitas Cunha, Moisés da Silva Fuchs, Daniel da Silva Adriano e Alex da Rocha Camillo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Santa Maria - Tragédia da Boate Kiss



O Relatório

O relatório técnico sobre a tragédia na boate Kiss que será divulgado hoje pelo conselho de engenharia gaúcho deverá botar em xeque a atuação dos bombeiros e dos donos da casa noturna. O documento deverá trazer conclusões sobre dois pontos essenciais que estão na gênese do incêndio: o tipo da espuma usada no revestimento e as saídas de emergência.


A espuma usada para melhorar a acústica da casa, instalada em meados do ano passado sem conhecimento dos órgãos públicos, era inapropriada para o ambiente. Existem produtos no mercado que são antifogo e, portanto, não queimariam tão rapidamente nem exalariam o gás cianeto que intoxicou dezenas de pessoas na casa. A Kiss tinha uma única saída para rua, o que contribuiu para a tragédia, dizem técnicos do conselho de engenharia, o Crea-RS.

Os bombeiros, ao aprovarem o plano de combate a incêndio da boate, consideram duas portas internas, que levam a um hall, como duas “saídas”. Pelas dimensões da área da boate, segundo as normas, precisaria haver ao menos duas saídas até a rua ou até algum lugar seguro, longe do fogo e da fumaça. O relatório técnico tem o papel de subsidiar as investigações da polícia. Em termos legais, o máximo que o órgão pode fazer é cassar o registro do responsável técnico da boate, caso fique provado que ele teve uma conduta incompatível com as normas.

O embasamento técnico que mostra o uso inadequado de certos produtos dentro da boate e o desrespeito às regras de prevenção de incêndio fazem parte da linha de investigação da polícia. Na casa, foram achados três extintores. O usado pela banda não funcionou. A polícia quer saber se estavam vazios e se o número de equipamentos antifogo da boate era suficiente.

Apoio dos EUA

Chegaram a Santa Maria pouco depois das 15h de sábado (2) os medicamentos vindos dos Estados Unidos para auxiliar no tratamento dos feridos no incêndio da boate Kiss. O fogo na danceteria no último domingo (27) matou 236 pessoas. O material será distribuído entre os hospitais de Porto Alegre e Santa Maria.

São 140 kits do medicamento hidroxicobalamina (vitamina B12 injetável), indicado para o tratamento de intoxicação por gás. A expectativa do Ministério da Saúde é a de que as doses, chamadas de "antídotos", anulem os possíveis efeitos tóxicos do cianeto no organismo.

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) pousou na base aérea de Santa Maria por volta das 15h15. São 76 doses que serão levadas para Porto Alegre e 64 para Santa Maria, onde serão distribuídos aos hospitais em que há sobreviventes internados.

Chamado de “antídoto de gás tóxico”, a hidroxicobalamina ainda não está aprovada no Brasil, que possui apenas uma versão similar, porém menos concentrada. Os medicamentos foram doados pelos Estados Unidos. A decisão pelo seu uso será feita pelos profissionais de saúde que acompanham os pacientes internados, com base nos sintomas e no histórico de cada paciente.

Entenda a Tragédia

O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, deixou 236 mortos na madrugada do último domingo (27). O fogo teve início durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que fez uso de artefatos pirotécnicos no palco. De acordo com relatos de sobreviventes e testemunhas, e das informações divulgadas até o momento por investigadores:
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso.
- Era comum a utilização de fogos pelo grupo.
- A banda comprou um sinalizador proibido.
- O extintor de incêndio não funcionou.
- Havia mais público do que a capacidade.
- A boate tinha apenas um acesso para a rua.
- Mais de 180 corpos foram retirados dos banheiros.
- 90% das vítimas fatais tiveram asfixia mecânica.
- Equipamentos de gravação estavam no conserto.

Prisões

Quatro pessoas foram presas na segunda por conta do incêndio: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr; o sócio, Mauro Hofffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos; e um funcionário do grupo, Luciano Augusto Bonilha Leão, responsável pela segurança e outros serviços.

Investigação

O delegado Marcos Vianna, responsável pelo inquérito do incêndio na boate Kiss, disse que uma soma de quatro fatores contribuiu para a tragédia ter acabado com tantos mortos: 1) o fato de a boate ter só uma saída e a porta ser de tamanho reduzido; 2) o uso de um artefato sinalizador em um local fechado; 3) o excesso de pessoas no local; e 4) a espuma usada no revestimento, que pode não ter sido a mais indicada e ter influenciado na formação de gás tóxico.

O delegado regional de Santa Maria, Marcelo Arigony, afirmou também na terça que a Polícia Civil tem "diversos indicativos" de que a boate estava irregular e não podia estar funcionando. "Se a boate estivesse regular, não teria havido quase 240 mortes", disse em entrevista. "Mas isso ainda é preliminar e precisa ser corroborado pelos depoimentos das testemunhas e os laudos periciais", completou.

Arigony disse ainda que a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador mais barato, próprio para ambientes abertos e que não deveria ser usado durante show em local fechado. "O sinalizador para ambiente aberto custava R$ 2,50 a unidade e, para ambiente fechado, R$ 70. Eles sabiam disso, usaram este modelo para economizar. Usaram o equipamento para ambiente aberto porque era mais barato”, disse o delegado.

O vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos, admitiu em seu depoimento à Polícia Civil que segurou um sinalizador aceso durante o show, de acordo com o promotor criminal Joel Oliveira Dutra. O músico disse, no entanto, que não acredita que as faíscas do artefato tenham provocado o incêndio. Ele afirmou que já havia manipulado esse tipo de artefato por diversas vezes em outras apresentações.

A boate Kiss desrespeitou pelo menos dois artigos de leis estadual e municipal no que diz respeito ao plano de prevenção contra incêndio. Tanto a legislação do Rio Grande do Sul quanto a de Santa Maria listam exigências não cumpridas pela casa noturna, como a instalação de uma segunda porta, de emergência. A boate situada na Rua dos Andradas tinha apenas uma, por onde o público entrava e saía. Outra medida que não foi cumprida na estrutura da boate diz respeito ao tipo de revestimento utilizado como isolamento acústico.


A Brigada Militar informou nesta quarta que a boate não estava em desacordo com normas de prevenção contra incêndios em relação ao número de saídas. Segundo interpretação da lei, o local atendia as normas ao possuir duas saídas no salão principal. Mas as portas, no entanto, não davam para a rua, e sim para um hall. Este sim dava para a rua através de uma só porta. "Foi um ato possível que o engenheiro conseguiu colocar", disse o tenente coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre.

Jader Marques, advogado de Elissandro Spohr, um dos sócios da boate, disse que a casa noturna estava em "plenas condições" de receber a festa. Ele falou sobre documentação da casa, segurança, lotação, e disse que a banda Gurizada Fandangueira não avisou que usaria sinalizadores naquela noite. O advogado ainda afirmou que o Ministério Público vistoriou o local "diversas vezes".

A Prefeitura de Santa Maria se eximiu de responsabilidade pelo incêndio e entregou alvará para a polícia que mostra data de validade de inspeção para prevenção de incêndio, feita pelo Corpo de Bombeiros. A prefeitura afirma que a sua responsabilidade era apenas sobre o alvará de localização, que é válido com a vistoria do ano corrente. O documento informa que a vistoria foi feita em 19 de abril de 2012.

O chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, major Gerson Pereira, disse na quarta que a casa noturna tinha todas as exigências estabelecidas pela lei vigente no Brasil. "Quem falhou, que assuma a sua responsabilidade. Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e não vou entrar em jogo de empurra-empurra", afirmou.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul abriu um inquérito civil na terça para investigar a possibilidade de improbidade administrativa por parte de integrantes da Prefeitura de Santa Maria, do Corpo de Bombeiros e de outros órgãos públicos por terem permitido que a boate Kiss continuasse funcionando mesmo com as licenças de operação e sanitária vencidas.

DEUS CONSOLA AS FAMILIAS!

domingo, 27 de janeiro de 2013


Presidenta Dilma visita familiares de vítimas da tragédia em Santa Maria/ RS

A presidenta Dilma Rousseff visitou neste domingo (27) parentes das vítimas do incêndio ocorrido em Santa Maria (RS). Assim que chegou ao município, no início desta tarde, a presidenta foi ao Centro Desportivo Municipal, onde está ocorrendo o reconhecimento dos corpos, e conversou com familiares das vítimas. A presidenta também esteve no Hospital de Caridade de Santa Maria, visitando pessoas feridas no incêndio.


Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que está em Santa Maria, Dilma “orientou os ministros a dar todo o apoio para aliviar o sofrimento e salvar as vidas que puderem ser salvas”. Ele disse que a prioridade é salvar os feridos. O ministro informou ainda que os pacientes mais graves estão sendo transferidos para Porto Alegre e que está sendo providenciado suporte médico e psicológico para os familiares das vítimas.

Padilha afirmou que o Ministério da Saúde mobilizou voluntários, deslocou a Força Nacional do SUS para a região e intensificou ações das Unidades de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), equipados com respiradores, em Santa Maria. De acordo com o ministro, a maior parte dos feridos foi internada por intoxicação respiratória.

A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou helicópteros H-60 Blackhawk do esquadrão aéreo de Santa Maria, quatro aeronaves para cumprir missões de UTI aérea e um C-130 Hércules para transportar medicos cirurgiões, enfermeiros e suprimentos provenientes do Hospital de Força Aérea do Galeão para o atendimento aos feridos. De acordo com a FAB, o Hospital de Aeronáutica de Canoas também foi colocado à disposição.


Incêndio em boate no Rio Grande do Sul

deixa 232 mortos

Um incêndio na boate Kiss em Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, foi corrigido para 232, sendo 120 homens e 112 mulheres, segundo o Batalhão de Operações Especiais. Além disso, 131 pessoas ficaram feridas.

Anteriormente, a Brigada Militar havia informado, em uma entrevista coletiva, o número de 245 mortos. Um caminhão precisou realizar quatro viagens para retirar os corpos do local e levá-los até um ginásio.

Os corpos que foram possíveis de serem identificados por documentação serão apresentados a familiares. O ginásio da cidade está sendo liberado para velório coletivo.

Hospitais da região precisaram solicitar auxílio de profissionais para atendimento.

Essa já é considerada a maior tragédia do Estado.

Antes, o incidente com maior número de mortos no Estado havia ocorrido em 28 de julho de 1950, quando um avião quadrimotor chocou-se contra o Morro do Chapéu, em Sapucaía do Sul.

Testemunhas afirmam que o fogo começou durante o show pirotécnico durante a apresentação de uma banda. O material de isolamento acústico do prédio - feito de espuma - incendiou e a fumaça intoxicou as vítimas.

Conforme os Bombeiros, as vítimas fatais morreram devido à inalação de fumaça tóxica. "A maior parte dessas pessoas morreu asfixiada. Elas entraram em pânico e acabaram pisoteando umas às outras. O principal fator (para as mortes) foi a asfixia. O isopor gera uma fumaça muito tóxica", afirmou o comandante geral dos Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo.

Conforme um segurança que trabalhava na boate no momento do incêndio, entre mil e duas mil pessoas deveriam estar no local durante o incidente. A maioria era adolescente.

Alvará

O alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral Guido Pedroso de Melo.

O governador do RS, Tarso Genro já está em Santa Maria. "Domingo triste! Estamos tomando as medidas cabíveis e possíveis. Estarei em Santa Maria no final da manhã", escreveu o governador.

A presidente Dilma Rousseff cancelou seus compromissos no Chile e viaja para Santa Maria ainda hoje.

A rodada deste domingo do campeonato gaúcho foi cancelada.
 

Tragédia em Santa Maria (RS) é 2º incêndio mais mortal e
5ª maior tragédia da história do Brasil

| Fonte: UOL Notícias – 27/01/2013

O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou pelo menos 231 mortos na madrugada deste domingo (27), foi o segundo incêndio mais mortal e a quinta maior tragédia da história do Brasil. O maior incêndio brasileiro aconteceu no Gran Circo Americano, em 17 de dezembro de 1961, que deixou 503 mortos em Niterói (RJ). A tragédia foi provocada por um trapezista que disparou chamas contra a lona do circo, que pegou fogo. Outras milhares de pessoas ficaram feridas por queimaduras de segundo e terceiro graus ou pisoteadas na correria após o incidente. A maioria das vítimas foram crianças. O número de vítimas até o momento já é maior que o incêndio no edifício Joelma, em 1974, que deixou 188 mortos e foi o maior incêndio do Estado de São Paulo e agora o terceiro maior do Brasil. 

A tragédia em Santa Maria foi a quinta maior do Brasil, se considerados também os acidentes aéreos e os desastres naturais. O maior número de mortos em apenas um único fato no Brasil foi em janeiro de 2011, quando mais de 900 pessoas morreram em chuvas na Região Serrana do Rio. Tempestades também foram a causa do segundo, do terceiro e do quarto maiores desastres brasileiros. Mais de 500 pessoas morreram na região metropolitana do Rio, no fim de 1966 e no início de 1967, e 465 foram vítimas de uma série de chuvas em Caraguatatuba (litoral norte de SP), em março do mesmo ano. Há dois anos, 256 pessoas morreram após as chuvas de 6 de abril no Rio e em Niterói, em especial no deslizamento do morro do Bumba, um antigo lixão na zona norte niteroiense. O incêndio na boate Kiss ainda supera os três maiores desastres aéreos brasileiros – o acidente com o voo 447 da Air France em 2009 (228 mortos), o voo JJ3054 da TAM em Congonhas (199) e a colisão do voo 1907 da Gol em Mato Grosso (154).


Tragédia em Santa Maria (RS) é 2º incêndio mais mortal e 5ª maior tragédia da história do Brasil 27/01/2013 - 13h36 | do UOL Notícias Aumentar tamanho da letra Diminuir tamanho da letra Compartilhar Imprimir Enviar por e-mail Comente Ofertas para NY Compre agora e voe a partir de fevereiro. www.tam.com.br Lançamento Netshoes! Fila Feminino de R$199,90 por R$149,90 ou 5x R$29,98. Não Perca! www.Netshoes.com.br O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou pelo menos 245 mortos na madrugada deste domingo (27), foi o segundo incêndio mais mortal e a quinta maior tragédia da história do Brasil. O maior incêndio brasileiro aconteceu no Gran Circo Americano, em 17 de dezembro de 1961, que deixou 503 mortos em Niterói (RJ). A tragédia foi provocada por um trapezista que disparou chamas contra a lona do circo, que pegou fogo. Outras milhares de pessoas ficaram feridas por queimaduras de segundo e terceiro graus ou pisoteadas na correria após o incidente. A maioria das vítimas foram crianças. O número de vítimas até o momento já é maior que o incêndio no edifício Joelma, em 1974, que deixou 188 mortos e foi o maior incêndio do Estado de São Paulo e agora o terceiro maior do Brasil. Tragédias A tragédia em Santa Maria foi a quinta maior do Brasil, se considerados também os acidentes aéreos e os desastres naturais. O maior número de mortos em apenas um único fato no Brasil foi em janeiro de 2011, quando mais de 900 pessoas morreram em chuvas na Região Serrana do Rio. Tempestades também foram a causa do segundo, do terceiro e do quarto maiores desastres brasileiros. Mais de 500 pessoas morreram na região metropolitana do Rio, no fim de 1966 e no início de 1967, e 465 foram vítimas de uma série de chuvas em Caraguatatuba (litoral norte de SP), em março do mesmo ano. Há dois anos, 256 pessoas morreram após as chuvas de 6 de abril no Rio e em Niterói, em especial no deslizamento do morro do Bumba, um antigo lixão na zona norte niteroiense. O incêndio na boate Kiss ainda supera os três maiores desastres aéreos brasileiros --o acidente com o voo 447 da Air France em 2009 (228 mortos), o voo JJ3054 da TAM em Congonhas (199) e a colisão do voo 1907 da Gol em Mato Grosso (154).

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/01/27/tragedia-em-santa-maria-rs-e-2-incendio-mais-mortal-e-5-maior-tragedia-da-historia-do-brasil.jhtm
Tragédia em Santa Maria (RS) é 2º incêndio mais mortal e 5ª maior tragédia da história do Brasil 27/01/2013 - 13h36 | do UOL Notícias Aumentar tamanho da letra Diminuir tamanho da letra Compartilhar Imprimir Enviar por e-mail Comente Ofertas para NY Compre agora e voe a partir de fevereiro. www.tam.com.br Lançamento Netshoes! Fila Feminino de R$199,90 por R$149,90 ou 5x R$29,98. Não Perca! www.Netshoes.com.br O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou pelo menos 245 mortos na madrugada deste domingo (27), foi o segundo incêndio mais mortal e a quinta maior tragédia da história do Brasil. O maior incêndio brasileiro aconteceu no Gran Circo Americano, em 17 de dezembro de 1961, que deixou 503 mortos em Niterói (RJ). A tragédia foi provocada por um trapezista que disparou chamas contra a lona do circo, que pegou fogo. Outras milhares de pessoas ficaram feridas por queimaduras de segundo e terceiro graus ou pisoteadas na correria após o incidente. A maioria das vítimas foram crianças. O número de vítimas até o momento já é maior que o incêndio no edifício Joelma, em 1974, que deixou 188 mortos e foi o maior incêndio do Estado de São Paulo e agora o terceiro maior do Brasil. Tragédias A tragédia em Santa Maria foi a quinta maior do Brasil, se considerados também os acidentes aéreos e os desastres naturais. O maior número de mortos em apenas um único fato no Brasil foi em janeiro de 2011, quando mais de 900 pessoas morreram em chuvas na Região Serrana do Rio. Tempestades também foram a causa do segundo, do terceiro e do quarto maiores desastres brasileiros. Mais de 500 pessoas morreram na região metropolitana do Rio, no fim de 1966 e no início de 1967, e 465 foram vítimas de uma série de chuvas em Caraguatatuba (litoral norte de SP), em março do mesmo ano. Há dois anos, 256 pessoas morreram após as chuvas de 6 de abril no Rio e em Niterói, em especial no deslizamento do morro do Bumba, um antigo lixão na zona norte niteroiense. O incêndio na boate Kiss ainda supera os três maiores desastres aéreos brasileiros --o acidente com o voo 447 da Air France em 2009 (228 mortos), o voo JJ3054 da TAM em Congonhas (199) e a colisão do voo 1907 da Gol em Mato Grosso (154).

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