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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Bolsa Família paga R$ 2,1 bilhões em fevereiro

alor médio do benefício é de R$ 150,60. Pagamento começou na segunda-feira,17, e segue até dia 28. (Foto: Divulgação)O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) está repassando R$ 2,1 bilhões em fevereiro para mais de 14 milhões de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família em todo o país. O pagamento, que começou a ser liberado na segunda-feira,17, segue até o dia 28. O valor médio do benefício em janeiro é de R$ 150,60.
 
O pagamento segue calendário pré-estabelecido pelo MDS, com a liberação dos saques nos últimos 10 dias úteis do mês, de forma escalonada. Para saber em que dia sacar seu dinheiro, a família deve observar qual é o último algarismo do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão do Bolsa Família.
 
O benefício fica disponível para saque durante 90 dias e o valor repassado depende do número de membros da família, da idade de cada um e da renda declarada. O pagamento inclui também a complementação de renda do Brasil Sem Miséria, que garante às famílias uma renda mínima de R$ 70 mensais por pessoa.
 
* Assessoria de Imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

domingo, 16 de fevereiro de 2014

11 mil famílias serão beneficiadas com créditos do Brasil Sem Miséria

Um acordo de cooperação técnica celebrado entre a superintendência do Incra na Bahia (Incra/BA) e a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) irá beneficiar 11 mil famílias assentadas no estado com créditos para o fomento de atividades produtivas rurais.
 
O recurso faz parte do Plano Brasil Sem Miséria e o acordo foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), dessa sexta-feira (14). O crédito é de R$ 2,4 mil por família cadastrada no CADÚnico, que esteja recebendo a Bolsa Família e renda per capita até R$ 70.
 
A superintendência regional do Incra/BA priorizou assentamentos inseridos no Semiárido e em municípios decretados em estado de emergência devido à estiagem, no ano passado. Ao todo, serão beneficiados trabalhadores rurais que vivem em 283 Projetos de Assentamento (PA), famílias que vivem em 116 Projetos Fundo de Pasto (PFPs), e um Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS). Essas áreas estão localizadas em 24, dos 27 territórios de identidade existentes na Bahia.
 
Adesão
De acordo o chefe de Serviço de Desenvolvimento, Victor Fernandes, as famílias incluídas precisarão assinar termo de adesão. Já os profissionais da Assessoria Técnica do Incra irão realizar um diagnóstico da área e elaborar projetos para a estruturação da unidade produtiva familiar. O recurso é divido em três parcelas, a primeira é de R$ 1 mil e as duas seguintes de R$ 700 cada.
 
Com a publicação do acordo no Diário Oficial, Fernandes acredita que o treinamento comece na primeira semana de março. As equipes técnicas terão capacitação sobre o crédito para o fomento de atividades produtivas rurais em áreas de reforma agrária.
 
As 11 mil famílias beneficiadas pelas ações do Plano Brasil Sem Miséria, que serão operacionalizados por meio do convênio entre Incra/BA e a EBDA, integram outras mais 31 mil famílias assentadas que estão acompanhadas por equipes técnicas fruto de um convênio entre as duas entidades.
 
Em janeiro desta ano o Incra/BA também firmou contrato com duas outras entidades para prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) que irão atender outras 4,1 mil famílias de trabalhadores de 65 assentamentos.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Brasil sem Miséria deve incluir mais 600 mil famílias em 2014

(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Desde o início do Brasil sem Miséria, há dois anos, 22 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza no país, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ao abrir nesta segunda-feira, 16, seminário sobre o programa. A ministra lembrou que 910 mil famílias foram incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e no Bolsa Família nos últimos dois anos e meio.

 
A meta para o ano que vem é incluir mais 600 mil famílias, informou Tereza, em balanço sobre o programa, durante o 2º Seminário Nacional sobre Pactuação Federativa no Brasil sem Miséria.
 
Entre os dados apresentados no encontro, a ministra destacou que 13,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família, cujo orçamento alcança quase R$ 24 bilhões – o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. “Os dados mostram que o Bolsa Família não só beneficia a população pobre, mas também a beneficia a economia do Brasil. ” Segundo ela, o programa tem sido a forma de a população pobre ter acesso à renda e a outros benefícios.
 
Tereza Campello também ressaltou que, pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec-Brasil sem Miséria), foram feitas 700 mil matrículas em 503 tipos de cursos. No programa Microempreendedor Individual, dos quase 3 milhões de beneficiários, 642 mil estão inscritos no CadÚnico. No programa Água Para Todos, criado em 2011 para universalizar o acesso à água no Semiárido, foram construídas 370,7 mil cisternas, e meta é contemplar 750 mil famílias até o ano que vem. “A população pobre trabalha e quer se engajar no Brasil que trabalha e que cresce”, afirmou.
 
O ministro de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, mostrou que, para cada real investido no Bolsa Família, há retorno de R$ 1,78 para a economia. “A cada real gasto no Bolsa Família, o PIB cresce R$ 1,78 e o consumo, R$ 2,4. O Bolsa Família tem efeitos multiplicadores maiores que outros programas sociais. O programa ajudou na crise, porque faz girar a economia”, disse Neri.
 
Segundo ele, o programa teve impacto de 13% na redução da desigualdade social. “O Brasil reduziu a pobreza em 57,8% em oito anos, sendo que 52% desse total devem-se à redução da desigualdade e 48% ao crescimento da economia.”
 
No Distrito Federal (DF), há mais de 241 mil famílias inscritas no CadÚnico e 91 mil recebem o Bolsa Família. Dessas, 34 mil têm um complemento na renda de R$ 70 e recebem, no total, R$ 140. A expectativa, segundo o governador do DF, Agnelo Queiroz, é reduzir a “maior desigualdade do país”.
 
* Com informações da Agência Brasil